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	<title>Comentários em: 7 Barreiras Importantes que Estagnam a Internet e os Programadores Web</title>
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	<description>Bem Vindo à Web 2.0! Este blog é direccionado a todos os níveis de web designers e programadores. Todos os assuntos serão discutidos, incluindo CSS, Javascript, Java, PHP, entre outros!</description>
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		<title>Por: Carlos Gonçalves</title>
		<link>http://cgoncalves.com/7-barreiras-importantes-que-estagnam-a-internet-e-os-programadores-web/#comment-864</link>
		<dc:creator>Carlos Gonçalves</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 May 2010 03:41:44 +0000</pubDate>
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		<description>@&lt;a href=&quot;#comment-856&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;André&lt;/a&gt;: Olá André, antes de mais obrigado pelo comentário.

Começando do fim para o início, só para ser diferente, como dizes é uma triste realidade, preocupam-se mais em criar campanhas publicitárias enganosas (ilimitado mas com limites) mas que cative um potencial cliente, que a manter os actuais fornecendo serviços de boa qualidade.

O 7 acho que é ponto assente na maioria dos programadores web, excepto claro os flash developers :P

Não concordo em parte com o que dizes de a web não se basear em plugins. Eu pergunto-te, porque não?
Pois o uso de plugins faz com que seja seguido determinados padrões garantindo que não haja diferenciação (gráfica) entre plataformas como acontece actualmente.

O ponto 4, eu já sou da opinião que o utilizador não deveria ter a hipótese de desligar o javascript.
No entanto partilho da mesma opinião que não devemos ser dependentes (em excesso) do JS, nomeadamente no exemplo que disseste das notícias.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@<a href="#comment-856" rel="nofollow">André</a>: Olá André, antes de mais obrigado pelo comentário.</p>
<p>Começando do fim para o início, só para ser diferente, como dizes é uma triste realidade, preocupam-se mais em criar campanhas publicitárias enganosas (ilimitado mas com limites) mas que cative um potencial cliente, que a manter os actuais fornecendo serviços de boa qualidade.</p>
<p>O 7 acho que é ponto assente na maioria dos programadores web, excepto claro os flash developers <img src='http://cgoncalves.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Não concordo em parte com o que dizes de a web não se basear em plugins. Eu pergunto-te, porque não?<br />
Pois o uso de plugins faz com que seja seguido determinados padrões garantindo que não haja diferenciação (gráfica) entre plataformas como acontece actualmente.</p>
<p>O ponto 4, eu já sou da opinião que o utilizador não deveria ter a hipótese de desligar o javascript.<br />
No entanto partilho da mesma opinião que não devemos ser dependentes (em excesso) do JS, nomeadamente no exemplo que disseste das notícias.</p>
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		<title>Por: André</title>
		<link>http://cgoncalves.com/7-barreiras-importantes-que-estagnam-a-internet-e-os-programadores-web/#comment-856</link>
		<dc:creator>André</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 May 2010 21:17:39 +0000</pubDate>
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		<description>O ponto 4 (Javascript desligado e afins) pode vir um pouco em consequência do 3º ponto, sobre ameaças online, etc.

Existem ocasiões em que o javascript é essencial, mas este não deve ser obstrutivo, digo, se queremos ler um artigo que está escondido com um sistema de tabs, em que temos de clicar na outra tab para o ler, a falha do javascript não deve implicar que eu não leia o artigo. Deve ser desenvolvida uma alternativa para isso.

Agora se se tratar de uma aplicação web, com validações, cálculos com base em JS, etc, aí sim, concordo que seja dado um aviso do género &quot;Tem de ter o seu javascript activado para continuar&quot;.

Quanto ao ponto 5, acho que a web não se deveria basear em plugins para isto ou para aquilo: por exemplo, as tags de video de HTML5, acho que são uma boa aposta, assim como o vídeo em formato livre, sem dependência de um plugin externo. Se bem que por vezes é uma boa forma de garantirmos que as aplicações/widgets correm de modo idêntico nas diversas plataformas (pelo menos em termos de apresentação).

O ponto 7 é uma grande verdade, cada vez mais a partir de agora. E por fim, o ponto 6 é uma triste realidade que temos actualmente: ilimitado com limites.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O ponto 4 (Javascript desligado e afins) pode vir um pouco em consequência do 3º ponto, sobre ameaças online, etc.</p>
<p>Existem ocasiões em que o javascript é essencial, mas este não deve ser obstrutivo, digo, se queremos ler um artigo que está escondido com um sistema de tabs, em que temos de clicar na outra tab para o ler, a falha do javascript não deve implicar que eu não leia o artigo. Deve ser desenvolvida uma alternativa para isso.</p>
<p>Agora se se tratar de uma aplicação web, com validações, cálculos com base em JS, etc, aí sim, concordo que seja dado um aviso do género &#8220;Tem de ter o seu javascript activado para continuar&#8221;.</p>
<p>Quanto ao ponto 5, acho que a web não se deveria basear em plugins para isto ou para aquilo: por exemplo, as tags de video de HTML5, acho que são uma boa aposta, assim como o vídeo em formato livre, sem dependência de um plugin externo. Se bem que por vezes é uma boa forma de garantirmos que as aplicações/widgets correm de modo idêntico nas diversas plataformas (pelo menos em termos de apresentação).</p>
<p>O ponto 7 é uma grande verdade, cada vez mais a partir de agora. E por fim, o ponto 6 é uma triste realidade que temos actualmente: ilimitado com limites.</p>
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