Google Analytics Assíncrono

Hoje em dia a maioria dos websites utilizam o Google Analytics, e porque não o deveriam utilizar? É uma ferramenta excelente que nos fornece toda e qualquer estatística que queremos. O problema do Google Analytics é que por vezes é lento a carregar. É por isso que me aborrecia utiliza-lo, quando vi que o Google já tem uma versão assíncrona do script.

Snippet

<script type="text/javascript">

  var _gaq = _gaq || [];
  _gaq.push(['_setAccount', 'UA-XXXXX-X']);
  _gaq.push(['_trackPageview']);

  (function() {
    var ga = document.createElement('script'); ga.type = 'text/javascript'; ga.async = true;
    ga.src = ('https:' == document.location.protocol ? 'https://ssl' : 'http://www') + '.google-analytics.com/ga.js';
    var s = document.getElementsByTagName('script')[0]; s.parentNode.insertBefore(ga, s);
  })();

</script>

A única coisa que vão notar é que o atributo async está definido como true. Obviamente que deves trocar o UA-XXXXX-X pelo teu próprio código do Google Analytics.

Eu pelo menos notei uma diferença na rapidez ao carregar as páginas!

Utilizar a API do Google para Bibliotecas AJAX

O google tem uma API para as bibliotecas AJAX, que pode ser encontrada aqui. O google aloja frequentemente estes ficheiros, incluindo as novas versões (e as legais) do jQuery, Mootools, Dojo, entre outros. Os benefícios de utilizar a API do google para as Bibliotecas AJAX são:

  • Os servidores do Google conseguem fornecer-te o ficheiro mais rápido que o teu servidor de alojamento partilhado.
  • Uma vez que o ficheiro é utilizado por vários sites, a probabilidade de que ele já esteja em cache é maior, o que faz com que o teu site carregue mais rápido.
  • Consegues poupar tráfego.

Aqui segue o exemplo de como deves usar:

google.load('mootools', '1.2.4');

	//outros exemplos
	google.load('jquery', '1.4.2');
	google.load('dojo', '1.5.0');

E é isto. Basta indicar ao google a biblioteca e a versão que desejas utilizar e o google trata do resto.

Google Public DNS

Recentemente tive um problema de DNS, foi preciso mudar o DNS de um projecto, e a minha ISP (ZON), como é sabido, demora anos a actualizar, impossibilitando-me de aceder ao site.

Forma rápida, fácil e eficaz é o Google Public DNS.

O que é o Google Public DNS?

O Google Public DNS é um serviço de resolução de Domain Name System (DNS) gratuito e à escala global, que pode ser usado em alternativa do DNS da nossa ISP.

Para testar precisas de:

Se decidires utilizar o Google Public DNS, o teu browser de acesso à net vai resolver todos os DNS com recurso ao Google Public DNS.

Porquê da importância do DNS?

O protocolo DNS é uma parte muito importante na infraestrutura da Web, serve como a “agenda telefónica” da internet: cada vez que visitas um site, o teu computador tenta resolver o DNS. Páginas complexas muitas vezes requerem múltiplas resoluções de DNS antes de serem carregadas, então o teu computador pode estar eternidades à espera da sua resolução.

Porquê experimentar o Google Public DNS?

Porque ao usar o Google Public DNS podes:

Fonte: Google Public DNS

Google Tem Novo Sistema de Indexação

Google tem novo sistema de indexação

Chama-se Caffeine e é o novo sistema de indexação para o motor de pesquisa Google que consegue, segundo a empresa, mais 50% de eficácia nos resultados obtidos nas buscas.

Google tem novo sistema de indexação

O novo sistema de indexação permite pesquisar de forma mais rápida nos conteúdos dinâmicos da Web. Para o conseguir, a Google mudou a forma como o índice funciona. No passado, o índice estava organizado por camadas. Ou seja, para actualizar uma camada inferior, os motores do Google percorriam a Web toda à procura de alterações. O índice geral do Google era actualizado de duas em duas semanas. Agora, o processo é diferente. O comunicado oficial da Google explica:

“Com o Caffeine, podemos analisar a Internet por partes e procurar ou actualizar o nosso índice de modo contínuo e global. À medida que encontramos novas páginas ou nova informação em páginas existentes, podemos adicioná-las imediatamente ao índice. Isso significa que quando procurar, vai estar a fazê-lo o mais próximo possível da versão mais recente da informação que pretende – Independentemente de quando e onde foi publicada.”

Entende-se, assim, que o objectivo do Caffeine é conseguir indexar de forma mais célere os conteúdos da Web que são cada vez mais dinâmicos. Para ficarmos com uma ideia das capacidades de indexação deste novo sistema, a Google explica no mesmo comunicado: “O Caffeine processa centenas de páginas em paralelo, a cada segundo. Se fosse uma pilha de papéis teria 5 km de altura (empilhados, indexados e re-empilhados a cada segundo).

O Caffeine tem quase 100 milhões de gigabytes de capacidade de armazenamento numa base de dados e acrescenta novas informações inúmeras vezes por dia. Teria que ter 625,000 de Ipods com a máxima capacidade para conseguir armazenar tanta informação. Se esta estivesse toda ligada representaria um total de cerca de 65 quilómetros. Se quisesse fazer a transferência desta quantidade de informação para o seu computador precisava de 1000 ligações de Internet  de alta velocidade ao longo do dia”.

Fonte: Exame Informática

Google anuncia fim do suporte ao Internet Explorer 6

Após a própria Microsoft iniciar uma campanha para que os seus clientes deixassem de lado o Internet Explorer 6 e actualizarem o mesmo para edições recentes do browser, agora foi a vez da gigante Google anunciar que as suas aplicações deixarão de funcionar correctamente no Internet Explorer 6.

Segundo o site Life Hacker, a empresa enviou e-mails para a sua lista de suporte técnico a dizer que devido ao facto de que o Internet Explorer 6 não possui suporte às novas tecnologias adoptadas em melhorias recentes, as suas aplicações deixarão, portanto, de funcionar correctamente neste browser.

As melhorias incluem a execução mais rápida de códigos em JavaScript, além de padrões em HTML 5.

Como resultado destas melhorias, ao longo de 2010 iremos retirar o suporte ao Microsoft Internet Explorer 6.0, bem como outros navegadores antigos que não são suportados pelos seus próprios fabricantes.” – afirma o comunicado.

O processo será gradual e terá início no dia 1º de Março de 2010, quando serão actualizadas as aplicações do Google Docs e Google Sites. A partir deste momento algumas funcionalidades podem deixar de funcionar no IE6.

Fonte: Geek

Por mais que esta versão do IE continue a ser utilizada por muitos utilizadores, várias empresas começam a deixar claro que este aplicativo deve ser deixado de lado.

E tu, como programador Web, ainda dás suporte ao IE6? Se sim, porquê? Se não, porquê também?