Análise: Avell FullRange G175 FIRE XR

Desde o ano 2000, a fabricante de notebooks Avell, com foco somente em notebooks, tem inovado o mercado Brasileiro de portáteis com modelos de notebooks de alto desempenho, personalizados com as mais variadas cores, configurações e tamanhos.

Foi na primeira semana de Julho de 2015 que a Avell anunciou o lançamento de uma nova opção para quem está em busca de um notebook de alto desempenho especializado em games, o FullRange G175 Fire XR.

“Este novo modelo agrega para o cliente mais potência em placas de vídeo e processador, tudo dentro de um gabinete leve e de espessura fina, que já são características únicas da marca”

Afirma Emerson Salomão, fundador da empresa. Assim como outros produtos da companhia, a novidade se destaca pelas possibilidades de customização oferecidas, que se adaptam às necessidades de cada consumidor.

“O produto também apresenta tela de 17 polegadas, a mais utilizada para os jogos virtuais e, ainda, todas as entradas e saídas para ganhou de conectividade em campeonatos nacionais e internacionais”

Complementa Salomão. Com 10 anos de mercado, a Avell comercializa seus produtos em lojas físicas nas cidades de Joinville, Florianópolis e Curitiba. Além disso, também é possível adquirir o portfólio de produtos da fabricante através do site www.avell.com.br que distribui equipamentos para todo o Brasil.

Primeiras Impressões

Para quem não viu ou tem curiosidade a ver segue o unboxing que fiz:

A partir do momento em que pegamos na caixa parece-me que é clara a mensagem que a Avell quer transmitir, que é de termos acabado de comprar um notebook top. Quando finalmente se abre a caixa, vemos que valeu totalmente a pena.

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O tamanho e o peso podem assustar um pouco, mas, assim que você abre a tampa pela primeira vez, percebe como todos os detalhes foram bem trabalhados nesse modelo. Toda a tampa externa e região interna — que fica próxima ao touchpad — possuem uma textura emborrachada. Apesar de o seu visual ser relativamente elegante e parecer ser frágil, é construído com uma base sólida e com uma textura estilizada, o desenho do equipamento se destaca em alguns pontos.

Especificações técnicas Avell FullRange G175 FIRE XR

CPU-Z

  • Processador: Intel Core i7 Haswell – 4710MM 2,5 GHz, 6 MB cache (3,5 GHz com Max Turbo);
  • Memória: 16 GB HyperX Impact DDR3 (1600 MHZ) / (2x 8 GB);
  • Armazenamento: SSD 240 GB Crucial BX100 SATA III + SSHD 1 TB com 8GB SSD Seagate;
  • GPU: NVIDIA GeForce GTX 950M (2GB Dedicado);
  • Tela: 17,3″ 16:9 (1920×1080) Full HD LED-Backlit Matte
  • Conectividade: Bigfoot Killer Wireless-N 1202 – 802.11 A/B/G/N – Wifi + Bluetooth 4.0 Combo;
  • Sistema operacional: Sem sistema operacional, mas instalei o Windows 10:

Para mais informações ver o arquivo CPU-Z.html

Os ângulos são bons, e tudo junto faz com que tenha uma coloração perfeita. A falta de pormenores no acabamento não ajuda a evitar os reflexos quando se está no exterior, apesar da qualidade de imagem ser fantástica, tendo uma excelente nitidez, uma iluminação homogênea e uma fidelidade no que toca a cores exímia.

Pela própria textura, mesmo um uso regular, consegue verificar que ele foi pensado, exatamente, para quem passa muito tempo no notebook, pois não são visíveis marcas de impressões digitais ou de outras texturas.

CONTRA: O botão de ligar/desligar, quando ligado à corrente, funciona perfeitamente, por sua vez, quando ligado só com a bateria, é preciso aplicar alguma força para conseguir ligá-lo. Contatei a Avell para perceber o porquê onde o Armstrong me informou que, por ser um notebook de alto desempenho, ele pesa um pouco no arranque, sendo necessário, inclusive, manter o dedo pressionado.

Deixo algumas imagens retiradas do site da Avell e que são fidedignas do notebbok.

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Teclado e Mouse

Para quem faz do computador uma ferramenta de trabalho, sabe da importância que é ter um bom teclado e o da Avell FullRange G175 FIRE XR, é fantástico. As teclas estão devidamente distanciadas, são de toque fácil e preciso, não há folgas nem imperfeições, e gosto principalmente do tamanho das teclas e do toque preciso. Outra coisa que gosto é a forma como ele se enquadra com o computador. O teclado de 102 teclas tem retroiluminação discreta, poderia ser automática e adequar-se à iluminação do ambiente, mas por ser discreto, é um bônus, já que a maioria dos teclados retro iluminados tendem a ser excessivamente brilhantes em ambientes escuros. A luz de fundo não é perceptível durante o dia.

O teclado é iluminado e possui teclas com um ótimo acabamento, além de elas serem bastante firmes ao toque. Como o notebook possui um tamanho “avantajado”, é possível ter um teclado numérico completo, assim como acontece com os teclados para desktops.

CONTRA: o layout do teclado não é o do Brasil, o que dificulta a habituação ao início.

O touchpad tem uma dimensão razoável e tem uma superfície suave, tendo suporte para um bom número de gestos multi toque, como aumentar/diminuir o zoom, subir e descer as páginas usando três dedos, entre outras.

O botão de clique é grande, e pode-se clicar em qualquer parte para produzir o efeito do clique. É de salientar a boa precisão do mouse.

CONTRA: o botão direito do mouse aparenta uma certa dificuldade, pois a maioria das vezes comporta-se como se fosse clicado no botão esquerdo, tendo um local exato para se clicar e que funcione.

Portas disponíveis

Pelo fato do Avell FullRange G175 FIRE XR não ser nada fino, e ter um tamanho considerável, seria de esperar algumas portas USB a mais.

No demais ele conta, na parte esquerda, com uma portas USB 3.0, uma entrada HDMI, e-Sata, VGA, Ethernet e cabo de força. Já no lado direito, tem entrada para microfone e auscultador, duas portas USB (sendo uma 3.0),  e uma drive óptica, o que acaba por ficar feio, uma vez que solicitei sem a drive e vem com o layout dela, apesar de não conter nenhuma, e por fim uma entrada de Kensington Lock. Já na parte da frente do lado direito, encontra-se a entrada para o cartão de memória (SD).

No teste que fiz para a bateria adotei um uso tipicamente normal, onde a bateria foi carregada a 100%, o desempenho escolhido foi o padrão do Windows, com uma luminosidade da tela a 50%. Assim, e com um uso típico, como leitura de uns artigos, navegação na Internet, email, facebook, chat, edição de textos, sempre com música a tocar e ocasionalmente um vídeo no YouTube, consegui uma autonomia de 4h e 02 minutos, o que considero bom.

Performance e Benchmarks

A primeira coisa que se faz assim que se vai para o computador é ligá-lo, e neste caso, temos uma agradável surpresa no tempo de boot, já que um PC normal pode demorar até um minuto ou mais entre o momento em que carregamos no botão on/off até ele estar pronto a usar. No caso do Avell FullRange G175 FIRE XR ele demora uns incríveis 10 segundos. Já se falarmos em suspendê-lo, por exemplo, fechando a tampa, é praticamente instantâneo.

O desempenho deste Avell é de topo, já que podemos fazer praticamente qualquer coisa com ele, exceto, por exemplo, inclusive jogar jogos 3D como Call of Duty: Modern Warfare 3. O SSD de 250GB está entre o mais rápido que já testei, isso facilmente é denotado pelo tempo de arranque dele que, juntamente com o seu processador i7, faz com que não tenhamos que esperar praticamente nada para fazer qualquer ação.

Durante praticamente 2 semanas de utilização não tive qualquer problema com o desempenho, sendo que o i7 incorporado dá conta do recado para qualquer ação que pretenda fazer no seu dia-a-dia ou mesmo a nível profissional, como foi o meu caso.

No entanto vou deixar aqui alguns dos resultados dos testes que obtive:

CrystalDiskInfo

O CrystalDiskInfo é uma ferramenta que nos permite saber um pouco mais sobre o disco rígido instalado no computador para a unidade C e D:

CrytalDiskInfo_UnidadeC

CrytalDiskInfo_UnidadeD

CrystalCPUID

O CrystalCPUID é uma ferramenta simples cujo objetivo é o de obter e informar as especificações do microprocessador instalado no computador:

CrystalCPUID

CrystalMark 2004 R3

O CrystalMark é uma ferramenta para benchmark, ou seja, ele testa os recursos e o desempenho do computador. Com ele podemos testar o processador, a memória, o disco rígido e recursos de vídeo (entre eles GDI, Direct Draw e OpenGL):

CrystalMark2004R3

Para uma informação mais detalhada pode consultar o arquivo CrystalMark2004R3.html

Problemas técnicos

Após ter comprado o meu notebook no terceiro dia de uso efetivo, ele apresentou problemas, tendo travado completamente, apenas realizando uma vídeo chamada no skype, e fazendo um barulho que parecia vir da parte de baixo do notebook.

O esperado seria, que assim que fosse comunicado houvesse prontidão em reparar o sucedido, enviando um novo, agendando uma recolha, emitindo um guia de recolha pelos correios, ou algo, porém tal não se verificou. Reportei o incidente a 2 de setembro de 2015 às 18:03, somente a 9 de setembro de 2015 às 14:52 foi liberado a ordem de recolha do equipamento para que houvesse reparo, sendo que a dia 4 de setembro de 2015 às 14:17 foi expressamente dito “vai aguardar um código de postagem que enviaremos em seu e-mail em até 24hrs“, bem mais que 24 horas se passaram. No pré venda o atendimento fantástico, porém no pós venda, quando se necessita da garantia o atendimento não é tão ágil.

Depois de enviar o meu notebook NOVO com apenas 3 dias de uso dando problema, no dia 11 de setembro de 2015 às 09h43, e apesar de ser explícito no email que nas Agência de Correios Própria – AC fariam a embalagem e que estava coberta pelo código de autorização de postagem o que é certo é que os Correios indicaram que não consta embalagem nessa autorização bem como não dispunham de plástico bolha, isopor ou algo para embalar devidamente o equipamento conforme era descrito pelo email, pelo que tive de arcar com o custo de embalagem no valor de R$ 12.00 sendo esse valor restituído depois pela Avell no dia 21 de setembro de 2015.

Ainda no dia 11 de setembro de 2015 às 15:51 enviei um email para garantia@avell.com.br sem resposta, outro a 15 de setembro de 2015 às 13:23 também ele sem resposta. Sendo que Simplesmente a 15 de setembro de 2015 às 16:14  recebi um email que parecia daqueles emails “automáticos” sobre a abertura da Ordem de Serviço, que em nada me esclarece a situação. Era de se esperar muito mais de uma empresa como a Avell visto o note ter dado problema logo com 3 dias de uso, ter o adquirido, faz hoje (dia 18 de Setembro de 2015) exatamente 1 mês e de o ter usado por 4 ou 5 dias. Faz hoje (dia 18 de Setembro de 2015) também 1 semana que enviei o notebook, de acordo com o site dos correios foi recebido no dia 14 de setembro de 2015 às 16h31 e faz mais de 72h (hoje às 16h31 fará 96h) que estão com o notebook.

rastreamento

Demoraram praticamente 24h para abrir o chamado, pelo menos de acordo com o email que recebi a 15 de setembro de 2015 às 16:14 e que indicava que os trabalhos só iniciariam no dia seguinte, ou seja, após terem o notebook, somente com mais 36h é que iniciavam a averiguação do problema.

Até hoje, diferentemente de quando comprei recebia um email diário a saber o estado da encomenda, se estava em montagem, em testes e tudo mais, estou sem saber o estado da situação nem tampouco uma perspectiva de quando a situação estará sanada.

Depois a dia 18 de setembro de 2015 às 09:19 foi verificado que o problema era na motherboard o qual foi reparado e o notebook postado nos correios a dia 21 de setembro de 2015 às 14:23, porém só avisado e notificado do seu envio e código de rastreio a 23 de setembro de 2015 às 14:03

Dessa forma recebi o notebook em casa a 25 de setembro de 2015 às 19h00, e a 10 de outubro de 2015 às 11:40 reportei novamente um problema com o notebbok, curiosamente, o mesmo problema, o qual foi respondido a 13 de outubro de 2015 às 10:03, com início de produção de uma nova máquina e que em até 24h receberia um código para poder postar nos correios o notebook defeituoso.

Desta segunda vez, bem mais prestáveis e ágeis no atendimento.

Assim, enviei o notebook aos correios no dia 16 de outubro de 2015, e o envio do novo notebook feito a dia 23 de outubro de 2015, sendo que o recebi dia 26 de outubro de 2015.

NEGATIVO: atendimento pós venda na solicitação da garantia.

Acessórios

Mochila Case Logic 17″ VNB-217

A mochila tem um estilo aerodinâmico e recursos inteligentemente colocado somam uma pegada minimalista. A mochila Case Logic VNB-217 possui compartimento acolchoado que comporta um nootebook de 17″, divisória separada para revistas, pastas e arquivos. Também tem painel de organização para eletrônicos portáteis, canetas e demais acessórios, bolso especial para celular e compartimento externo em malha para squeezes ou garrafas de água. É transportada por alças acolchoadas e ajustáveis.

Mouse Opt Tarantula Fortrek OM702 PT

O mouse Spider Tarantula da Fortrek tem características e traços muito parecidos com o  Team Scorpion X-Luca II, parecendo uma cópia, o produto da Fortrek se diferencia em detalhes mínimos.

Mesmo com todas estas ressalvas de construção e design, o OM-702 é confortável de se utilizar, e para quem tem uma mão grande, é ergonomicamente bom, pois a parte traseira do mouse se encaixará perfeitamente na palma da mão e esse é o principal elemento para fazer do equipamento um bom acessório. Em termos de visual, por fora reparamos um tom um pouco mais invocado e uma boa combinação das cores preta e vermelha. Embora a estrutura seja de plástico nas laterais, podemos observar uma textura de borracha para dar mais firmeza às mãos. Os botões de clique direito e esquerdo são bastante suaves mas não silenciosos, e são acompanhados por dois botões na parte esquerda que podem ser utilizados como macros ou como avançar e retroceder por exemplo. Já na parte central do mouse, fica o botão de ajuste de DPI, que, contrariamente no que diz no site da Avell “O Mouse Tarantula possui iluminação em LED que muda de cor de acordo com o DPI, facilitando a identificação do DPI selecionado.” o mouse não muda o LED após mudança do DPI, o que é ruim pois dificulta saber qual está selecionado.

Como tal achei que deveria notificar a Avell, visto que a própria descrição encontra-se no site da Fortrek http://fortrek.com.br/mouse-gamer-optico-spider-tarantula-om702-pretovermelho-fortrek-243.html, pelo que mesmo não sendo culpa direta deles, prontificaram na resposta por parte do Laércio Esteves, corrigiram a informação no site deles e ainda me ofereceram de brinde um case de neoprene, que é utilizada para proteção do notebook. Achei bem legal a atitude deles.

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PS: Imagens do mouse retiradas na internet.

Meu Veredito

Muitas são as marcas que estão no mercado dos notebboks e computadores, no entanto poucas são as que conseguem chegar aos pés da qualidade/design dos produtos da Apple. Hoje em dia não basta um computador ter características potentes, é preciso ter um design cativante, já que, cada vez mais, os olhos são também um fator de decisão. E hoje em dia, principalmente com a vinda dos tablets, há um novo fator a ter em consideração, o tato. Quando falo em sentir/tato, falo principalmente no conforto depois de várias horas a trabalhar com ele, e acreditem que faz toda a diferença. É claro que tudo isto tem um preço, principalmente quando deste conforto depende o nosso desempenho.

O Avell FullRange G175 FIRE XR é praticamente perfeito em quase tudo, com exceção do seu sistema de som O ecrã 17,3″ 16:9 (1920×1080) Full HD LED-Backlit Matte confere uma qualidade de imagem fantástica, com ângulos de visualização muito bons. O desempenho é excelente, uma inicialização completa leva menos de 11 segundos. O teclado retro iluminado é de alta qualidade e o touchpad é bastante preciso. É bem refrigerado porém um pouco barulhento quando se puxa por ele. Por último, mas não menos importante, a qualidade da construção é aceitável, não é das melhores, e pelo preço pago bem que poderia e deveria ser bem melhor, já o design é relativamente elegante sem ser exagerado.

Pontos Fortes

  1. Tela de alta resolução e qualidade de imagem fantástica;
  2. Excelente desempenho;
  3. Excelente teclado retro iluminado;
  4. Boa duração da bateria;

Pontos Fracos

  1. Sistema de som;
  2. A quantidade limitada de portas USB;
  3. O botão ligar / desligar;
  4. Preço;
  5. Caixa de drive ótica quando não existe;
  6. Botão direito do mouse (touchpad);
  7. Problemas técnicos;

Análise: Samsung Series 9 NP900X3C

Foi em Junho do corrente ano que a Samsung colocou no mercado nacional o seu primeiro Ultrabook, o Series 9. O nome pode parecer familiar aos mais atentos já que a própria Samsung já o usou anteriormente, no caso refiro-me a um portátil que foi lançado em maio do ano passado, que embora incorporasse o espírito de um Ultrabook, por questões técnicas não era considerado como tal. Mas o novo Series 9 é um Ultrabook em todos os sentidos.

O Series 9 tem sido o mais cobiçado no que toca a Ultrabooks, tudo isto graças, em grande parte, ao seu design, ao uso de armazenamento de alta velocidade (disco SSD), com o mais recente processador Intel e um excelente teclado retro iluminado.

Primeiras Impressões

A partir do momento em que abrimos a caixa encontramos logo outra caixa. Aqui parece-me que é clara a mensagem que a Samsung quer transmitir, que é a termos acabado de comprar um portátil premium.

A tática de uma caixa dentro de outra caixa dá a impressão de que estamos perante uma peça de luxo, sendo que a caixa exterior vem com a típica publicidade dos portáteis e as respetivas informações, já a caixa interior é mais requintada. A tampa parece que foi feita precisamente para sair devagar, como se quisesse criar aquele impasse de espera para vermos finalmente o Series 9 que comprámos.

Quando finalmente se retira a tampa, vemos que valeu totalmente a pena. A Samsung construiu um dos mais atraentes Ultrabooks que já vi.

Deixo aqui algumas fotos: (clique para aumentar)

   

Hardware e Design

A Samsung tem vindo a apostar muito no design, sendo essa uma das características fortes dos seus produtos. O Séries 9 consegue ser ao mesmo tempo elegante e profissional, o material utilizado na construção é diferente de todos os outros computadores por aí, o seu corpo é todo ele em Duralumínio e até se sente o frio ao tocar nele, o que faz com que o Series 9 seja duro como uma tábua. A tampa mal flexiona, os ajustes e acabamentos são fantásticos, não há arestas ou áreas do Series 9 que seja melhor que outra, o design e a qualidade é toda ela homogénea.

É o único computador portátil da atualidade feito de Duralumínio, que é considerado um material premium, ele é duas vezes mais resistente do que o alumínio mas não é mais pesado, o que faz com que seja a solução perfeita.

É uniformemente plano e mede apenas 12,9 mm de espessura e pesa 1,16 kg o que faz do Series 9 um excelente exemplo de Ultrabook. O corpo em alumínio com acabamento num tom azul-escuro e com as laterais prateadas dão-lhe um toque de beleza único, embora o material acumule marcas de dedo com grande facilidade.

No Series 9 pode-se encontrar alguns equipamentos de alta qualidade, como é o caso do processador i5 de 3ª geração da Intel de 1.7GHz quadcore, com 4GB RAM, 128GB de armazenamento SSD e Windows 7 64-bits. Há também um ecrã de alta qualidade aqui, com 13,3 polegadas e uma resolução de 1600×900, onde vale a pena mencionar que a resolução é superior à de muitos outros portáteis da mesma categoria e tamanho (geralmente 1366 x 768 pixéis).

A conetividade também não foi esquecida, já que o Series 9 disponibiliza Bluetooth 4.0, Wifi com Intel® Centrino® Advanced-N 6235 802.11a/b/g/n, com suporte Widi, e um slot para cartão SD.

O ecrã é uma área onde todos os fabricantes poderiam aprender uma ou duas coisas com a Samsung já que este tem uma exibição maravilhosamente brilhante e clara mostrando 900p, ou 1600×900 de resolução, estando a falar de um ecrã de 13 polegadas. Os ângulos também são excelentes e tudo junto faz com que tenha uma coloração perfeita. Os pormenores de acabamento ajudam a reduzir os reflexos, mesmo estando no exterior, e a qualidade de imagem é excecional, tendo uma excelente nitidez, uma iluminação homogénea e uma fidelidade no que toca a cores exímia.

O Series 9 é também ele dotado de uma webcam HD de 1.3 MP, que se encontra por cima do ecrã, como a maioria dos portáteis.

Como qualquer Ultrabook, houve a necessidade de se fazer algumas modificações, para garantir a sua portabilidade, sendo que entre elas está a ausência de uma drive ótica, a bateria não removível e a memória RAM soldada na motherboard o que impossibilita a sua expansão.

Teclado e Rato

Para quem faz do computador uma ferramenta de trabalho, sabe da importância que é ter um bom teclado e o do Series 9, para mim, foi o melhor com que tive oportunidade de trabalhar. As teclas estão devidamente distanciadas, são de toque fácil e preciso, não há folgas nem imperfeições, e gosto principalmente do tamanho das teclas e do toque preciso. Outra coisa que gosto é a forma como ele se enquadra com o computador, já que ele é feito com uma peça única.

O teclado de 81 teclas tem retroiluminação automática mas discreta, e adequa-se muito bem consoante a luminosidade do ambiente, o que para mim é um bónus, já que a maioria dos teclados retro iluminados tendem a ser excessivamente brilhantes em ambientes escuros. A luz de fundo do Series 9 não é percetível durante o dia.

O touchpad ELAN é muito grande e tem uma superfície suave, com 4,5 polegadas de tamanho e com um revestimento de vidro e um sensor de imagem. Tem suporte para um bom número de gestos multi toque, como aumentar/diminuir o zoom, subir e descer as páginas usando três dedos, entre outras.

O botão de clique é grande, e pode-se clicar em qualquer parte para produzir o efeito do clique. É de salientar a boa precisão do rato, no entanto acho que o som do clique é excessivamente alto já que todo o Series 9 pauta pelo silêncio.

Portas disponíveis

Pelo fato do Series 9 ser muito fino isso implica que haja um número limitado de portas, sendo que as maiores como a VGA, HDMI e Ethernet só são possíveis via dongle. Ainda assim tem duas portas USB (uma USB 3.0 e outra 2.0), uma entrada para um microfone/auscultador. A entrada para o cartão de memória (SD) está no lado direito do Series 9, escondido atrás de uma porta de mola para ajudar a manter as laterais o mais “limpo” possível. Eu não sou adepto de usar adaptadores, mas claramente não é possível manter um portátil tão fino e se houver entradas como VGA ou Ethernet.

Esquerda: Carregador AC, USB 3.0, HDMI (via dongle), Ethernet (via dongle)

Direita: Slot para cartão SD, VGA (via dongle), auscultador/microfone USB 2.0

Bateria

No teste que fiz para a bateria adotei um uso tipicamente normal, onde a bateria foi carregada a 100%, o desempenho escolhido foi o sugerido pela Samsung, no caso o Samsung Optimized e a luminosidade do ecrã a 50%. Assim, e com um uso típico, como leitura de uns artigos, navegação na Internet, email, facebook, chat, edição de textos, sempre com música a tocar e ocasionalmente um vídeo no YouTube, consegui uma autonomia de 5h e 12 minutos, o que considero muito boa.

Performance e Benchmarks

A primeira coisa que se faz assim que se vai para o computador é ligá-lo, e neste caso, temos uma agradável surpresa no tempo de boot, já que um PC normal pode demorar até um minuto ou mais entre o momento em que carregamos no botão on/off até ele estar pronto a usar. No caso do Series 9 ele demora uns incríveis 10 segundos. Já se falarmos em suspendê-lo, por exemplo, fechando a tampa, é praticamente instantâneo.

O desempenho deste Series 9 é de topo, já que podemos fazer praticamente qualquer coisa com ele, exceto, por exemplo, jogar jogos 3D como Call of Duty: Modern Warfare 3. O SSD de 128GB está entre o mais rápido que já testei, isso facilmente é denotado pelo tempo de arranque dele que, juntamente com o seu processador i5, faz com que não tenhamos que esperar praticamente nada para fazer qualquer ação.

Durante praticamente 2 semanas de utilização não tive qualquer problema com o desempenho, sendo que o i5 incorporado no Series 9 dá conta do recado para qualquer ação que pretenda fazer no seu dia-a-dia ou mesmo a nível profissional, como foi o meu caso.

No entanto vou deixar aqui alguns dos resultados dos testes que obtive com o Series 9:

PCMark 7

O PCMark 7 é um teste que mede o desempenho geral do sistema com Windows 7:

3DMark Vantage

O 3DMark mede o desempenho geral da placa gráfica. De seguida deixo-vos 3 imagens com os resultados.

Neste resultado podemos ver a nota geral do desempenho, bem como a nota individual em cada teste.

Nesta imagem vemos o resultado que foi submetido para o site da 3DMark.

Nesta última imagem podemos verificar resultados similares aos obtidos.

CrystalDiskInfo

O CrystalDiskInfo é uma ferramenta que nos permite saber um pouco mais sobre o disco rígido instalado no computador:

CrystalCPUID

O CrystalCPUID é uma ferramenta simples cujo objetivo é o de obter e informar as especificações do microprocessador instalado no computador:

CrystalMark 2004 R3

O CrystalMark é uma ferramenta para benchmark, ou seja, ele testa os recursos e o desempenho do computador. Com ele podemos testar o processador, a memória, o disco rígido e recursos de vídeo (entre eles GDI, Direct Draw e OpenGL):

Para uma informação mais detalhada pode consultar o ficheiro html.

CrystalDiskMark

O CrystalDiskMark permite executar um teste de leitura e gravação em discos rígidos Solid State Drives (SSDs):

Nota: para os efeitos do teste, 1 Mb/s é o equivalente a 1.000.000 byte/s.

Calor e ruído

O Series 9 é dotado de duas ventoinhas, uma em cada lado. Isto é interessante porque a maioria dos Ultrabooks têm apenas uma ventoinha. O máximo que consegui foi deixá-lo morno, após 1h a jogar Alien vs Predator e Far Cry 2. Em geral, o Series 9 tem um sistema de refrigeração bem concebido. No que toca a ruído, o Series 9 é bastante silencioso e mesmo sob carga, é difícil ouvir qualquer ruído.

Meu Veredito

Muitas são as marcas que estão no mercado dos portáteis e computadores, no entanto poucas são as que conseguem chegar aos pés da qualidade/design dos produtos da Apple. A Samsung está a fazer um trabalho exímio nesse sentido, sendo para mim, a única que atualmente consegue bater-se de igual para igual com a Apple no que toca quer a Smartphones como é o caso do Samsung Galaxy SIII face ao iPhone 5, quer a portáteis como é o caso deste Series 9.

Hoje em dia não basta um computador ter características potentes, é preciso ter um design cativante, já que, cada vez mais, os olhos são também um fator de decisão. E hoje em dia, principalmente com a vinda dos tablets, há um novo fator a ter em consideração, o tato. Quando falo em sentir/tato, falo principalmente no conforto depois de várias horas a trabalhar com ele, e acreditem que faz toda a diferença. É claro que tudo isto tem um preço, principalmente quando deste conforto depende o nosso desempenho.

O Series 9 é praticamente perfeito em quase tudo, até tem umas colunas de som muito boas. O ecrã com resolução de 1600×900 confere uma qualidade de imagem fantástica, com ângulos de visualização ilimitados e um revestimento antirreflexo para uma melhor usabilidade. O desempenho é excelente, uma inicialização completa leva menos de 11 segundos. O teclado retro iluminado é de alta qualidade e o touchpad é bastante preciso. É extremamente fresco e bastante silencioso em todos os momentos. Por último, mas não menos importante, a qualidade da construção é excecional e o design é elegante e requintado sem ser exagerado.

Pontos Fortes

  • Ecrã de alta resolução e qualidade de imagem fantástica;
  • Excelente desempenho;
  • Excelente teclado retro iluminado;
  • Boa duração da bateria;

Pontos Fracos

  • A quantidade limitada de portas;
  • O som do clique no touchpad;
  • Preço;

O Series 9 em causa custa na Fnac, no momento de criação desta análise, o valor de 1.099€ em vez de 1.399€ (está com um desconto de 21%).

Análise: Samsung Galaxy SIII

Estava muito ansioso por poder experimentar o que considero ser o melhor Smartphone no mercado, principalmente depois de ter feito a análise ao iPhone 5. Sendo eu um fã da Apple, pelo menos no que toca aos Macbooks, e apesar de achar que o iPhone 5 estava bem conseguido, o Samsung Galaxy SIII conseguiu superar em tudo.

A Strategy Analytics estimou que a Samsung vendeu 18 milhões de modelos do Galaxy SIII no trimestre passado, face às 16,2 milhões de unidades do iPhone 4S. As fortes vendas do Galaxy SIII ajudaram a Samsung a registar um lucro operacional recorde de 7,3 biliões de dólares de Julho a Setembro.

Como tal, não foi em vão que o Galaxy SIII venceu o iPhone 5 na disputa do Melhor Gadget e do Melhor Smartphone de 2012, títulos concedidos na cerimónia do prémio Stuff Gadget Awards 2012 organizada pela conceituada revista Stuff, especializada em artigos sobre tecnologia. Esta vitória serviu também para coroar a evolução do Android diante do iOS, sobretudo porque esta última versão do iOS 6 não surpreendeu diante da versão Jelly Bean do Google.

Hardware e Design

Vou começar da maneira mais tradicional: como é que ele se sente na mão.

A primeira impressão que se fica assim que se agarra no Galaxy SIII é agradavelmente positiva, apesar de ter uma dimensão razoável, se compararmos com o iPhone 5 ou com os demais dispositivos, ele é realmente muito leve, com um design extremamente apelativo, coisa que a Samsung tem apostado muito nos últimos tempos em todos os seus produtos. Os botões estão, regra geral, bem posicionados permitindo um toque bastante fácil, evitando que se clique várias vezes, até mesmo o botão on/off, houve claramente um estudo a nível da usabilidade, coisa que se calhar não aconteceu com o iPhone 5 já que o mesmo, numa utilização normal, fica um pouco fora de mãos.

No primeiro contato com o Galaxy SIII parece ser apenas um telemóvel grande e frágil, mas o seu corpo de plástico promete ser bem mais durável e resistente do que outros modelos no mercado.

O design minimalista e orgânico do Galaxy SIII é excecional e isso reflete-se nas linhas suaves e não lineares do dispositivo sem qualquer tipo de folgas, a sua natureza centrada no utilizador proporciona uma experiência ergonómica e confortável, e os botões têm um clique muito preciso e adequado, sem contar que o toque no ecrã é também muito suave e reage precisamente como esperado, já que o toque é confortável, as curvas suaves e a forma orgânica proporcionam uma experiência natural.

É difícil de acreditar como é que o Galaxy SIII face ao iPhone 5 consegue ter números impressionantes, senão vejamos:

  • Dimensões (comprimento/largura/espessura): 136,6 x 70,6 x 8,6 face aos 123,8 x 58,6 x 7,6 do iPhone 5;
  • Peso: 133g face às 112g do iPhone 5, no entanto não se pode esquecer que o Galaxy SIII é consideravelmente maior;

A parte de trás, apesar de ser em plástico, foi bem conseguida tendo uma boa aderência às mãos e não escorrega com algum uso consecutivo do mesmo.

A versão branca consegue esconder bem mais os riscos da traseira do que a versão azul. No entanto, a par do iPhone 5, o Galaxy SIII é um telemóvel muito sensível, pelo que deveria de vir com uma película protetora adaptada para ele em vez de um simples plástico, bem como com uma capa protetora para ele.

O Galaxy SIII conta com um ecrã Super AMOLED de 4,8 polegadas, com resolução HD de 1280 x 720 e com proteção contra arranhões do novo sistema Gorilla Glass 2. O ecrã é perfeito, para quem como eu, necessita de estar constantemente online, seja para navegar na web, seja para consultar emails ou usar as redes sociais, seja mesmo para usar os serviços de instant messaging como por exemplo o gtalk, ou até mesmo para os jogos mais pesados na loja do Google Play. O tempo de resposta do ecrã é um dos mais rápidos que existe com Android. O Galaxy SIII possui 1GB de RAM e a capacidade interna de armazenamento é de 16GB, a versão que testei, porém pode ser expandida com um cartão microSD.

O processador Quad-Core de 1,4 Ghz é fenomenal, os jogos mais pesados não bloqueiam, e também não encontrei nenhuma aplicação que precisasse de fazer uso de todo o poder de processamento gráfico que o Galaxy SIII tem para oferecer.

Em termos de arranque do sistema, é extremamente rápido, demorando cerca de 25 segundos até estar pronto a utilizar.

Visão 360º

Ecrã: tem um ecrã de 4,8” HD Super AMOLED. A densidade dos 313 pixéis (face aos 326 do iPhone 5) por polegada é tão grande que não conseguimos distinguir os pixéis.

Lateral Esquerda: encontra-se o botão que controla o volume e/ou zoom;

Lateral Direita: encontra-se o botão on/of;

Câmara: a câmara de 8MP tem a entrada de luz foi aprimorada, melhorando significativamente a qualidade das imagens e vídeos, face ao seu antecessor Galaxy SII que também tinha uma câmara de 8MP. O Galaxy SIII dispõe ainda de reconhecimento facial e sorriso, foco automático, geotag, HDR e “melhor foto”, onde é possível tirar 8 fotos simultâneas escolhendo, no final do processo, qual delas ficou melhor. Os vídeos podem ser gravados, pela câmara traseira, em HD (720p) ou Full HD (1080p) ambos com 30fps, já pela frontal, podem ser gravados apenas em HD (720p). Em ambas, é possível tirar fotos enquanto filma

Bateria

Com todo este hardware e combinação, com um ecrã HD Super AMOLED e um dos melhores processadores do mercado, o Galaxy SIII não poderia ter uma bateria mediana, já que, com o mesmo uso que fiz com o iPhone este sempre aguentava um pouco mais.

No entanto, é de ressalvar que o Galaxy SIII tem um sistema para economia de energia bastante completo, o que melhora assim a duração da bateria e até ultrapassando a do iPhone 5.

Os testes que fiz com ele incidiu apenas na navegação massiva na web e uso contínuo de wi-fi, no entanto nota-se de fato alguma melhoria no tempo de vida útil, apesar da diferença não ser muito significativa. Se o Galaxy SIII viesse com um ecrã Retina, a par do iPhone 5, quase de certeza que a sua durabilidade era maior, já que muito do consumo da bateria é devido mesmo ao ecrã HD Super AMOLED, que consome quase metade da bateria, como se pode verificar na imagem à direita.

Na minha opinião, a duração da bateria vai depender essencialmente do uso que se der ao telemóvel, já que para receber algumas chamadas e enviar mensagens a bateria dura alguns dias, mas com um uso intensivo como eu dou, era obrigado a carregar todos os dias o bem como algumas vezes ficava sem bateria mesmo antes de conseguir chegar a casa.

Funcionalidades Interessantes

As funcionalidades oferecidas pelo Galaxy SIII são muitas e são top de linha. Começando pelo HSPA+ que permite a transferência de dados e excelente navegação na internet, além de conectividade Wi-fi e GPS presente no aparelho. Tem também leitor multimédia, rádio, videoconferência, e bluetooth.

O Galaxy SIII é um produto com poucos concorrentes em termos de multimédia graças à câmara de 8MP que permite tirar fotos de alta qualidade com uma resolução de 3264×2448 pixéis.


Direct call

O Galaxy SIII sabe até quando queremos falar, para isso basta quando estamos a escrever uma mensagem a alguém, colocar o telemóvel no ouvido e o Direct call marca o número do destinatário.

Smart stay

Com esta inovadora funcionalidade o Galaxy SIII reconhece automaticamente quando estamos a olhar para o telemóvel, quer seja a ler um ebook ou navegar na Internet. A câmara frontal observa os seus olhos e mantém o ecrã brilhante.

S Beam

Partilhar conteúdo com alguém que esteja nas proximidades é muito rápido e fácil, já que o S Beam permite uma ligação instantânea, para que possamos transferir documentos, contatos, imagens, música, vídeos, etc. Basta unir as partes traseiras dos telemóveis, ligar, partilhar e desfrutar.

AllShare Play

Existe uma outra forma de partilhar conteúdo em vários dispositivos. É denominada AllShare Play, e permite trabalhar em conjunto através da magia de DLNA e Wi-Fi Direct, proporcionando acesso remoto a documentos e ficheiros multimédia ao trabalhar num ecrã diferente num outro local.


Sistema Operativo Android 4.0.4 Ice Cream Sandwich

A versão do Android 4.0.4 Ice Cream Sandwich que chega com o Galaxy SIII (já é possível atualizar para a versão 4.1.1 Jelly Bean) vem com o TouchWiz, a interface oficial da Samsung. No entanto com o passar dos tempos o sistema tem vindo a melhorar imenso de forma a deixar o Android mais parecido com a cara da Samsung e com melhor fluidez, sensores de movimentos integrados e com os aplicativos e widgets próprios.

Na parte dos sensores, o Galaxy SIII dá 10 a 0 à concorrência, pois para além dos tradicionais nos modelos Android, como o acelerómetro e o giroscópio, o Galaxy SIII ainda vai além com um sensor de proximidade que reconhece se estamos olhando para ele, bem como um sensor de movimento das mãos para, por exemplo, pausar um som multimédia.

Mas, apesar de o TouchWiz ter vindo a melhorar, a Samsung peca em não realizar uma grande mudança no sistema, afinal, já são mais de 3 anos com a mesma cara e poucas mudanças significativas. No entanto, e para quem quiser mudar a aparência, pode procurar por novos launchers como é o caso do Apex Launcher. Uma grande mais valia são também as aplicações próprias oferecidas pela própria Samsung como é o caso do S Memo que serve para desenhar sem a caneta (vendida separadamente) e o S Suggest, que fornece dicas de aplicações da loja Samsung.

Meu Veredito

Nos últimos anos a Samsung tem apostado forte na qualidade e design dos seus produtos e isso é claramente visível a todos. Como tal, e no que toca aos dispositivos móveis, têm gerado uma certa ansiedade por parte dos seus utilizadores, e foi assim que estava por manusear o Galaxy SIII, já que as suas características físicas são bastante boas e adequadas a quem quer fazer um uso quer a nível profissional ou apenas para uso pessoal.

Deixo-vos aqui um vídeo feito por mim, onde demonstra a velocidade de arranque do Samsung Galaxy SIII desde o desligar até estar pronto a usar, bem como a execução de um vídeo mostrando a qualidade de imagem do mesmo:

Mas como nem tudo é um mar de rosas, o preço, apesar de inferior ao iPhone 5, pode ser um obstáculo importante, já que estão bastante acima do salário mínimo português, apesar de serem inferiores aos do iPhone 5, que pode ser justificado por estar à mais tempo no mercado.

A nível de usabilidade e portabilidade foi muito bem conseguido pela Samsung, já que realmente o equipamento, apesar de ter dimensões razoáveis é extremamente leve. Ao contrário do iPhone 5, no Galaxy SIII não notei nenhum aquecimento, ainda que ligeiro, na parte de trás mesmo quando estamos a jogar alguns jogos mais pesados.

Sou apologista que os equipamentos já deveriam vir com uma película própria para os proteger em vez de termos de comprar em separado, principalmente o Galaxy SIII pelo preço que custa.

Pontos Fortes

  • Qualidade / Design;
  • Fluidez e usabilidade;
  • Aplicações;
  • Desempenho geral;
  • Qualidade da câmara;

Pontos Fracos

  • Sem 4G/LTE;
  • Corpo de plástico;
  • S Voice não funciona em Portugal;

Mesmo que algumas funcionalidades que a Samsung adicionou no Galaxy SIII não passem de curiosidades, já que a utilidade no dia-a-dia é questionável, como por exemplo, o tão falado S Voice ou outras que apenas funcionam com outros dispositivos Galaxy SIII, este equipamento continua a superar todas as expectativas nas demais áreas.

Na minha opinião o Galaxy SIII é superior ao iPhone 5, mas mesmo que haja quem discorde, ou que haja outros equipamentos que possam até superar certos aspetos do Galaxy SIII, duvido que haja alguém que possa dizer que fez uma má compra ao optar pelo Galaxy SIII. Para quem se interessar eis 19 motivos porque deve optar pelo Galaxy SIII.

Algumas imagens

                         

Análise: iPhone 5

O iPhone 5 começou a ser vendido oficialmente em Portugal a 28 de Setembro de 2012. Apesar das críticas e das falhas apontadas, o iPhone 5 gerou um entusiasmo louco dos fãs em todo o mundo, o que se refletiu nas vendas, e Portugal não escapa a este clima de euforia mesmo com a suposta crise económica que se sente no país.

Caixa e Acessórios

A caixa em si é bastante minimalista mas bastante apelativa, algo já habitual na Apple, contendo:

  • Carregador AC;
  • Cabo de dados;
  • Auricular com microfone;
  • Manual de instruções;
  • iPhone 5;

Confira as imagens abaixo (clique para aumentar):

        

Nota: para os mais distraídos, a proteção frontal que vem no iPhone 5 se não for retirada vai dificultar imenso nas chamadas, impossibilitando ouvir a pessoa do outro lado.

Hardware e Design

Vou começar da maneira mais tradicional: como é que ele se sente na mão.

A primeira impressão que se fica assim que se agarra no iPhone 5 é agradavelmente positiva, o dispositivo é realmente muito leve, com um design extremamente apelativo, coisa que já é normal nos produtos Apple. Os botões estão, regra geral, bem posicionados permitindo um toque bastante fácil, evitando que se clique várias vezes, com exceção para o botão on/off que se encontra no canto superior direito e que, numa utilização normal, fica um pouco fora de mãos.

O design do iPhone 5 é excecional, bastante ergonómico, sem qualquer tipo de folgas e os botões têm um clique muito preciso e adequado, sem contar que o toque no ecrã é também muito suave e reage precisamente como esperado.

É difícil de acreditar como é que um telefone maior (em comparação com o 4S), com tantas funcionalidades, consegue ter números impressionantes, senão vejamos:

  • Apenas 7,6 milímetros de espessura;
  • Só pesa 112 gramas;
  • 18% mais fino e 20% mais leve do que a versão anterior;

A parte de trás foi bem conseguida tendo uma boa aderência às mãos e não escorrega com algum uso consecutivo do mesmo.

No entanto, sendo o iPhone 5 um telemóvel muito sensível, deveria de vir com uma película protetora adaptada para ele em vez de um simples plástico, que para os mais distraídos vai dificultar a ouvir as chamadas, bem como com uma capa protetora para ele.

Em termos de arranque do sistema, é extremamente rápido, demorando cerca de 25 segundos até estar pronto a utilizar.

Deixo uma imagem com os termos evolução da velocidade de arranque do iPhone:

Ou para os mais interessados um vídeo:

O poder de processamento é garantido pelo novo chip da Apple o A6, já que praticamente tudo o que se faz no iPhone 5 é nitidamente mais rápido que no iPhone 4S, e chega a ser até duas vezes mais rápido comparado com o chip A5. Essa diferença é facilmente sentida ao escrever uma mensagem ou um email. Sem contar com o desempenho gráfico, que também chega a ser até duas vezes mais rápido que o A5.

Visão 360º

Ecrã: tem um ecrã de 4”, mas não é apenas um ecrã maior, é um ecrã retina maior. A densidade dos 326 pixeis por polegada é tão grande que não conseguimos distinguir os pixeis. Ao contrário do 4S, o ecrã do iPhone 5 não apresenta Newton Rings.

Lateral Esquerda: o iPhone 5 é compatível com a maioria das redes disponíveis mundialmente, incluindo as redes mais avançadas, como HSPA, HSPA+ e DC-HSDPA. Permite navegar, descarregar e enviar conteúdos a velocidades impressionantes. A conetividade sem fios 802.11n de banda dupla acelera a experiência Wi-Fi, até 150 Mbps.

Base: uma grande mudança é um novo conector para substituir a tomada de pino utilizada desde o primeiro iPhone. Denominado de Lightening (imagem à direita), o novo conector é mais rápido mas também significa que os utilizadores que desejem ligar o iPhone 5 a antigos acessórios, como uma dock de áudio, terão de usar um adaptador.

Câmara: o iPhone 5 tem uma câmara muito boa, ficando por vezes difícil de acreditar que algumas fotos foram tiradas com um telemóvel, permitindo também captar imagens panorâmicas de 240º, que em alta resolução pode chegar até 28 megapixéis. As gravações HD conseguem ser feitas em 1080p com uma boa estabilização da imagem. Já a câmara frontal consegue gravar vídeo a 720p HD.

EarPods: os auriculares adaptam-se de forma diferente a cada pessoa e mantêm-se no sítio, sendo bastante confortáveis. O iPhone 5 é dotado de três microfones: frontal, traseiro e inferior. A tecnologia envolta dos EarPods permite que em locais públicos, por exemplo no Metro de Lisboa consigamos escutar a voz da outra pessoa com maior facilidade isolando o barulho de fundo.

Ecrã

O iPhone 5 permite ver vídeos a 1080p com uma melhor estabilização de imagem e com a capacidade de capturar fotos durante a gravação de vídeo.

A Apple afirma que “qualquer um pode fazer um smartphone com um ecrã maior“, mas quando só se pensa no tamanho, o resultado é um telefone demasiado grande, incómodo e difícil de utilizar. O ecrã de 4 polegadas do iPhone 5 foi concebido para ter a medida certa: é maior, mas tem a mesma largura que o iPhone 4S. Assim, continua a poder fazer só com uma mão tudo o que sempre fez com uma mão. Um ecrã maior permite ver melhor as páginas da web, mais emails na caixa de entrada, mais eventos do calendário, etc…

A retina do iPhone 5 é tão boa como a do iPhone 4S, mas tem mais pixeis (cerca de 18%) e atinge uma resolução de 1136×640. As cores são mais vivas, com mais saturação de cor do que anteriormente. Os jogos, os textos, as imagens e as aplicações de que tanto gostamos ficam agora incrivelmente vividas e realistas. E se quisermos ver um vídeo no iPhone 5 em HD, podemos fazê-lo em formato panorâmico, sem as barras pretas.

Bateria

O iPhone 5 também melhora a vida útil da bateria relativamente à versão anterior, de acordo com a Apple, com oito horas de conversação em 3G ou LTE ou navegação e 10 horas de “browsing” em Wi-Fi.

Os testes que fiz com ele incidiu apenas na navegação massiva na web e uso contínuo de wi-fi, no entanto nota-se de facto alguma melhoria no tempo de vida útil, apesar da diferença não ser muito significativa. Essa diferença é maioritariamente conseguida em função do material Retina utilizado para produzir seu display IPS LCD (ecrã de cristal líquido com inversão em plano), que é mais económica que ecrãs Amoled.

Na minha opinião, a duração da bateria vai depender essencialmente do uso que se der ao telemóvel, já que para receber algumas chamadas e enviar mensagens a bateria dura alguns dias, mas com um uso intensivo como eu dou, era obrigado a carregar todos os dias o iPhone 5 bem como algumas vezes ficava sem bateria mesmo antes de conseguir chegar a casa.

Defeitos

1) Arranhões e Estética

Algumas pessoas logo após comprarem o iPhone 5 reclamaram que o seu equipamento tinha uns arranhões ou mesmo que estava lascado, principalmente na parte direita.

Outros, como eu, acham que a mudança na parte de trás para alumínio anodizado fez o iPhone 5, especialmente na versão preta, mais suscetíveis a riscos e manchas inestéticas.

Esta mudança foi feita para acompanhar também o processo dos MacBooks e do iPad, ou seja, usar uma construção em monobloco com uma peça única de alumínio oco com uma máquina CNC.

No entanto o alumínio é anodizado num processo de acabamento que é, essencialmente, um processo de corrosão e corante que dá a cor, não existindo qualquer tipo de revestimento protetor, é apenas alumínio e risca facilmente, como por exemplo com uma chave.

Este problema não acontece muito com o iPad ou MacBook porque, tipicamente, ninguém anda com um deles dentro do bolso das calças, o que sucede com o iPhone 5, e se por distração tiver lá as chaves o mais certo é riscar.

Por isso, uma capa protetora é de extrema importância para quem não quer ver o seu telemóvel riscado.

2) A aplicação Maps

Sim, o Maps, apesar de recente, constitui, para mim, um problema sério, tanto que o próprio CEO da Apple, o Tim Cook, emitiu um pedido de desculpas formal sobre a aplicação, que considera que foi lançado de uma forma um pouco prematura.

Alguns dos problemas incluem imagens 3D e satélite com bugs, direções de navegação erradas, isso aconteceu-me quando estava em Lisboa para ir para a Rua Castilho perto do Marquês, informações desatualizadas sobre as empresas locais. O aplicativo também carece de sentidos de trânsito, coisa que o Google Maps já tem.

Tanto que muitos utilizadores estão relutantes em fazer o update para a versão 6 do iOS precisamente por causa disto.

A Apple encontra nas práticas de controlo extremo das suas plataformas o “Q” de qualidade pelo qual muita gente vende até os rins. Mas se assim é, como é que deixou sair o Maps com tantos problemas?

3) Luz no Modelo Branco

Apesar de já ter conhecimento desta falha, e como o meu modelo também é branco, resolvi verificar a veracidade. E de facto, o meu iPhone 5 exibe um traço de luz bem debaixo do botão de bloqueio. Mais alguém notou isto?

Ao que parece este problema só acontece nos modelos brancos e há pessoas com o iPhone 4S que também já repararam nisso.

Se também encontrares este problema e isso te incomodar podes tentar trocar o equipamento ou apenas aprender a ignorá-lo.

Sistema Operativo iOS 6

O iOS é o coração do iPhone, do iPad e do iPod touch. Inclui as apps integradas e a tecnologia intuitiva que usas todos os dias (como o Multi-Touch) e que tornam o iPhone tão avançado.

A sua versão mais recente, o iOS 6, já vem instalada no iPhone 5. Por isso, assim que o tiramos da embalagem, temos várias novas funcionalidades para tornar ainda melhor as coisas que fazemos todos os dias.

No entanto quem quiser pode instalar pelo iTunes, PC ou Mac. OU por OTA (over the air), direto do próprio equipamento. Basta ir a ajustes, selecionar “geral” e depois atualização de software. É recomendado ter o aparelho conectado a uma rede wi-fi estável já que o download tem 600 Mb.

Há uma série de pequenas e subtis mudanças no visual, como por exemplo, a mudança da fonte no app de Tempo. O app Música ganhou um visual novo.

No ecrã inicial a primeira mudança visível é a presença de uma nova app, no caso o Passbook: que é nada mais nada menos que uma aplicação que armazena cartões de embarque, ingressos, cartões de cliente, cupons (ver imagem à direita).

Outra diferença é que o YouTube, não existe mais no iOS 6, a explicação oficial é de que o portal já está inteiramente adaptado para a visualização por dispositivos móveis. É possível, porém, abrir o youtube pelo Safari e adicionar um ícone no ecrã inicial, como um atalho.

Uma outra novidade é uma opção de “não perturbe”, uma espécie de modo noturno, que desliga a rede wi-fi e coloca o iPhone 5 em silêncio, apesar de achar estranho o porquê dela estar um pouco escondida no menu de configurações.

A App Store  também sofreu alterações visuais, ganhando uma cara nova e, finalmente, algo que quem já era utilizador da Apple pedia há imenso tempo que, ao fazer download de uma aplicação, não saíssemos da loja, como ocorria até ao iOS 5.1. Uma mudança muito bem vinda na minha opinião.

Agora também todos as aplicação que fazemos download aparecem com a indicação de “novo”, até abrirmos pela primeira vez.

Existem outras muitas mudanças, mas estas são algumas das positivas que gostei mais.

Meu Veredito

Praticamente todos os produtos da Apple, para não dizer todos, geram uma certa ansiedade, e foi assim que estava por manusear o iPhone 5, já que as suas características físicas são bastante boas e adequadas a quem quer fazer um uso quer a nível profissional ou apenas para uso pessoal.

O iPhone 5 traz novidades a nível da velocidade de processamento, da qualidade e dimensão do ecrã, e também das funcionalidades do sistema operativo e tem argumentos muito fortes para se bater de frente com a concorrência de topo de gama que já está no mercado como o Galaxy SIII.

Mas como nem tudo é um mar de rosas, o preço, como a Apple já nos vem habituando, pode ser um obstáculo importante. Em preços de tabela o iPhone 5 pode custar 689€, 799€ ou 899€ para os modelos de 16, 32 e 64GB respetivamente. Isto faz com que o preço seja superior a um computador portátil de gama média e bastante acima do salário mínimo português.

A nível de usabilidade e portabilidade foi muito bem conseguido pela Apple, já que realmente o equipamento é extremamente leve.

A Apple tinha, no iPhone 5, uma hipótese de remover o painel fazendo com que o ecrã ficasse semelhante ao das TVs OLED como é o caso da Samsung ou LG… mas não, manteve as mesmas linhas que antes.

Na minha opinião o cabo para o carregador AC deveria ser maior, dando uma maior margem de manobra a quem quer estar a manusear o iPhone 5 enquanto o mesmo carrega, já que com o tamanho atual a margem de manobra é bastante limitada, notei também algum aquecimento ligeiro na parte de trás quando estamos a jogar alguns jogos mais pesados.

Sou apologista que os equipamentos já deveriam vir com uma película própria para os proteger em vez de termos de comprar em separado, principalmente o iPhone pelo preço que custa, já que para os mais distraídos, vão pensar que é defeito do equipamento quando recebem a primeira chamada e têm dificuldades a ouvir a outra pessoa, já que o orifício está tapado com o plástico de origem.

Pontos Fortes

  • Qualidade / Design;
  • Dimensões;
  • Resolução e luminosidade do ecrã;
  • Fluidez e usabilidade;
  • Aplicações;

Pontos Fracos

  • Traseira em alumínio muito suscetível a riscos;
  • Algum aquecimento precoce na parte de trás em jogos mais pesados;
  • Maps;

Sendo assim e mesmo com alguns pontos fracos, para quem gosta da Apple, é um excelente equipamento, à luz do que a Apple já nos vem habituando, com uma qualidade acima da média, é um equipamento que eu sugiro.

O iPhone 5 de 32GB, o modelo que tenho, pode ser encontrado à venda pela quantia de 789,89€ (desconto de 10€ online), no entanto e mediante a adesão a um tarifário com fidelização por 24 meses, consegue-se na Vodafone adquirir o mesmo a partir de €149,90 na opção de 16GB, €259,90 na opção de 32GB e €409,89 na opção de 64GB, escolhendo planos de tarifas Best com vinculação de 24 meses.

Para obter os valores dos tarifários best podem consultar a seguinte página: https://loja.vodafone.pt/tarifarios/.

O iPhone 5 está também disponível para empresas e profissionais que beneficiam das vantagens decorrentes do compromisso de permanência de 24 meses em tarifários empresariais.