Barreiras e Obstáculos – O Bicho de 7 Cabeças

Haverá sempre barreiras e obstáculos entre onde estás atualmente e onde queres vir a estar, mas se a tua força de vontade for grande, irá sempre superar. Provavelmente irás gastar muito tempo e dinheiro com os obstáculos que te surjam, e podes até conseguir ultrapassar a maioria deles, no entanto, no dia em que encontrares uma barreira ou um obstáculo que seja maior do que a tua força de vontade, tenderás a desistir. Esta é a má notícia. Os obstáculos que encontrares podem ser intimidativos, podem atrasar-te no caminho do teu objetivo, podem ser difíceis, podem dar-te dores de cabeça, e é quando menos esperas que eles aparecem, e facilmente podes perder o rumo.

As nossas vidas são o somatório das nossas decisões.

E é assim que começamos o artigo de hoje.

Todos nós detestamos perder coisas, é da própria natureza humana. Desde a altura em que perdemos o nosso primeiro dente percebemos que a perda causa sofrimento, por isso mesmo não gostamos de perder dinheiro ou de desistir dos nossos projetos, em suma, detestamos perder.

A aversão à perda significa que:

Damos mais valor ao que temos a perder do que ao que podemos ganhar.

Esta aversão à perda significa igualmente que a forma como se formula uma pergunta afeta o resultado. As escolhas envolvem, frequentemente, compromissos. Pergunta a ti próprio do que precisas de abdicar para tomares uma decisão. De seguida coloca a pergunta de maneira diferente, imagina que não possuis aquilo que deves abdicar, quanto pagarias para a comprar?

Temos que ter conhecimento da nossa aversão à perda de coisas, mas claro que o conhecimento por si só não irá tornar o processo mais fácil.

Se não tens conhecimento da tua aversão à perda, estarás sempre receoso com as barreiras e obstáculos que se vão deparar no teu caminho, e se é assim que pensas, está na hora de mudares a tua visão. As barreiras e os obstáculos estão lá por um propósito muito definido: separar a inconsequência e a paixão.

Estabelecer Objetivos

É imprescindível que ao iniciares um novo projeto, definas muito bem os objetivos do mesmo, esse conjunto de objetivos é o que te confere um caminho de orientação para as tuas decisões, no sentido que progridas numa direção. Os objetivos explicam-te o que pretendes alcançar com o teu projeto, com um caráter temporal. Estes são essenciais na gestão do teu site, na medida em que esclarecem onde queres chegar e como podes avaliar se o estás a conseguir.

Deves ter sempre em consideração que os objetivos devem respeitar 4 critérios:

objetivos

É a partir daqui que os obstáculos e as barreiras surgem.

O Fórum do maistrafego tem de tudo, e é o melhor lugar para irmos buscar exemplos reais.

Não é a questão de me estar a borrifar..
Já tenho leitores sufecientes , nunca comprei alojamento nem dominio..
Epah não sei quase nada , ou nada..
Tenho cerca de 60 visitas diarias , o que já é optimo..
Talvez arranje dominio ou alguma alma caridosa me ajude a comprar xD de resto não sei não..
In:
+t

Ora, o autor do post, contenta-se por ter 60 visitas diárias, o objetivo é mensurável, mas falha logo no segundo critério, não tem um elevado grau de desafio, o que torna o objetivo estabelecido simples, acredito que muitas pessoas consigam lá chegar. Na outra face está, quanto mais complexo, mais difícil é de concretizar esse objetivo.

A Força de Vontade

A maioria das pessoas, quando se depara com uma barreira ou um obstáculo, o que fazem é desistir. É por isso que vemos inúmeros projetos a serem vendidos, pelas mais diversas razões. Quantos aqui se enquadram no que disse? Quantos mais se irão enquadrar?

Quem vos garante que se tentarem ultrapassar esse obstáculo não terão sucesso?

O que importa é ter alguma compostura e perspectiva perante essa barreira / obstáculo. Não se deixem enredar pelo desfecho a curto prazo, porque o que acontece a longo prazo pode ser bem diferente.

Se ficarmos demasiadamente presos nos desfechos de curto prazo não conseguimos perceber que podem tornar-se diferentes a longo prazo.

Precisamos de nos manter focados no longo prazo.

Há uma história que diz o seguinte:

Certa vez havia um sábio agricultor chinês perdeu um dos seus cavalos.
Quando o vizinho foi consolá-lo, o agricultor disse:
“Quem sabe o que é bom ou mau?”

Quando o cavalo dele voltou no dia seguinte, trazia consigo um bando de outros cavalos que lhe seguiram, o vizinho foi felicitá-lo pela sua boa fortuna.
“Quem sabe o que é bom ou mau?”, disse o agricultor.

Quando então o filho do agricultor partiu a perna ao tentar montar num dos novos cavalos, o vizinho foi consolá-lo de novo.
“Quem sabe o que é bom ou mau?”, disse o agricultor.

Quando o exército passou convocando os homens para a guerra, deixaram o filho do agricultor por causa da perna partida.
Quando o vizinho foi felicitar o fazendeiro pelo facto do seu filho ter sido poupado, de novo o agricultor disse:
“Quem sabe o que é bom ou mau?”

Quando podemos esperar que esta história termine?

Por outro lado, tendemos sempre a considerar apenas um único desfecho possível, como o vizinho do agricultor, em vez de considerar todos os desfechos possíveis. Se fores um pessimista, tenta obrigar-te a pensar no melhor desfecho, pois no reverso, os outros irão sempre partir do princípio que as coisas correm sempre bem. Se fores um desses otimistas, tenta pensar no que poderia correr mal.

Se pudermos evitar ficar cegos com o que esperamos que aconteça, podemos ultrapassar melhor os obstáculos.

Tentar, falhar e Continuar

É mais que sabido, que uma pessoa que tenta, falha e continua tem mais valor que aquela que tenta, falha e pára. No P@P, várias pessoas partilham dessa opinião, ninguém toma decisões sem cometer erros, porém não se deve repetir o mesmo erro duas vezes. Não é preciso ir muito longe, lanço-vos o desafio de responderem a esta questão, aprenderam mais nos vossos projectos de sucesso, ou naqueles que cometeram vários erros?

Provavelmente a maioria vai responder nos projectos em que erraram. Pois o “erro certo” ensina-nos mais que todo o sucesso no seu conjunto.

O problema é que à medida que envelhecemos e nos tornamos mais experientes, sentimos orgulho no facto de cometermos cada vez menos erros. Somos bons no que fazemos e isso significa não fazer asneiras, certo?

O problema é que, quanto menos erramos, menos aprendemos. Para se ser bom em algo, para nos distinguirmos dos demais, regra geral, é preciso cometer erros.

Analogia

Para melhor percebermos toda esta questão, podemos usar uma analogia engraçada, quem é que nunca jogou na sua consola ao Sonic? No final de cada nível existia sempre o boss final, o boss é mais complicado de vencer, regra geral, que o próprio nível.

Se considerarmos as barreiras e os obstáculos o boss final do nosso nível, podemos prepararmo-nos para ele, estudando-o e definindo uma estratégia para o derrubar. Tornando-nos mais fortes para as adversidades seguintes.

Conclusão

Podemos assim concluir que as barreiras ajudam-nos a filtrar quem realmente merece atingir os objectivos. Ajudam-nos a eliminar a concorrência, pois se o objectivo é mensurável, com um elevado grau de desafio mas realista e atingível, é um factor de distinção para quem o alcançar.

Espero que após este artigo, vejam os obstáculos e as barreiras de outra forma, principalmente que não os vejam como vossos adversários, e sim como aliados, pois são estes que vos permitem evoluir e a tornarem-se melhores.

Bons projectos!!!

Como Calcular o Teu Preço / Hora

Determinar o nosso preço hora pode ser algo intimidativo, confuso e pessoal, e é considerado por muitos como uma das tarefas mais complicadas de um freelancer, porém irá evitar sem dúvida alguma muitos problemas futuros quer a nível pessoal quer com os clientes.

Vou tentar abordar de uma forma fácil e directa alguns aspectos importantes a ter em conta para o processo de cálculo do teu preço / hora.

O Primeiro Passo

Em primeiro lugar tens de saber se te queres realmente dedicar a 100% ao freelancing ou se este será uma forma extra de ganhares algum dinheiro em part-time, pois ambos têm necessidades diferentes. Vamos supor que estás disposto a trabalhar a full-time como freelancer, assim sendo, precisas de saber quanto precisas de ganhar para viveres somente do teu trabalho enquanto freelancer. Para isso precisas de saber quais são as tuas despesas para teres uma noção das tuas necessidades financeiras.

As Despesas

Tal como mencionado no primeiro passo, há a necessidade de saberes quais são as tuas despesas.

As despesas estão relacionadas aos valores gastos com a toda a estrutura necessária para suportar o freelancer, exemplo: renda da casa / escritório, telefone, marketing, impostos, etc.  Assim sendo podemos classificar as despesas em fixas e variáveis, sendo que as fixas são todas aquelas despesas cujo valor a ser pago não depende do volume, ou do valor ganho pelo freelancer, enquanto as variáveis são aquelas cujo valor a ser pago está directamente relacionado ao valor ganho.

É importante frisar que, despesa não é sinónimo de custo.

  1. Despesas Fixas:Nas despesas fixas deves contabilizar apenas aquelas despesas obrigatórias para a sobrevivência, i.e, deve-se apenas incluir gastos com renda da casa / escritório, água, luz, gás, telefone, etc. Ou seja, tudo aquilo que é estritamente necessário para manter um nível básico para ti e para a tua família.
  2. Despesas Variáveis:Ir ao cinema, ir a bares com os amigos, ir ver os jogos do Benfica, certamente são coisas que não fazem parte das necessidades básicas da tua vida, isto significa que elas só devem ser feitas se e só se tiveres orçamento para tal, uma vez que tu és o teu próprio patrão e deves arcar com todos os custos.

O Tempo de Trabalho

Segundo o Código do Trabalho Lei n.º 9/2009 de 12 de Fevereiro Artigo 197.º considera -se tempo de trabalho qualquer período durante o qual o trabalhador exerce a actividade ou permanece adstrito à realização da prestação, bem como as interrupções e os intervalos previstos no número seguinte.

Sendo que também se consideram compreendidos no tempo de trabalho:

  1. A interrupção ocasional do período de trabalho diário inerente à satisfação de necessidades pessoais inadiáveis do trabalhador ou resultante de consentimento do empregador;
  2. A interrupção de trabalho por motivos técnicos, nomeadamente limpeza, manutenção ou afinação de equipamento, mudança de programa de produção, carga ou descarga de mercadorias, falta de matéria-prima ou energia, ou por factor climatérico que afecte a actividade da empresa, ou por motivos económicos, designadamente quebra de encomendas;
  3. O intervalo para refeição em que o trabalhador tenha de permanecer no espaço habitual de trabalho ou próximo dele, para poder ser chamado a prestar trabalho normal em caso de necessidade;
  4. A interrupção ou pausa no período de trabalho imposta por normas de segurança e saúde no trabalho.

Uma vez que já conhecemos o conceito de tempo de trabalho, temos de definir quantas horas vamos trabalhar por mês? (8 horas por dia, 22 dias por mês = 176 horas).

Valores Extra

Enquanto trabalhador por conta de outrem temos direito a pelo menos 2 valores extras, o décimo terceiro mês e o subsídio de férias, claro que muitos outros valores podem-se acumular, como prémio de qualidade, subsídio de deslocação, subsídio de alimentação, entre outros.

Existem pelo menos três valores extras que deves ter em conta, pelo menos são os que eu tenho em conta, sendo eles:

  1. Décimo Terceiro Mês
    O Subsídio de Natal ou mais conhecido como décimo terceiro mês, é uma gratificação instituída em Portugal, a ser paga ao trabalhador pela entidade patronal. O seu valor, embora variável, é geralmente aproximado ao de um salário mensal.
  2. Subsídio de FériasO Subsídio de Férias representa mais um mês de salário, além do valor que receberíamos se estivéssemos a trabalhar (retribuição de férias), conforme preceitua o artº 264º, n.º1, do Código do Trabalho. Além desse valor, o trabalhador tem direito a um subsídio de férias, que compreende a retribuição base e outras prestações que sejam contrapartida do modo específico do trabalho. Destina-se o subsídio a permitir que o trabalhador suporte o aumento de despesas que as férias exigem para poderem produzir o seu resultado útil.
  3. Subsídio de AlimentaçãoO Subsídio de Alimentação, não tem natureza retributiva, e destina-se a compensar os trabalhadores das despesas com a refeição principal do dia. O subsídio de refeição não é considerado para o cálculo dos subsídios de férias e de Natal.

Terás que pensar se também queres ou não fazer uso destes valores extra por ano, mas pelo menos o décimo terceiro mês é um vencimento cada vez mais imprescindível no mundo dos freelancers, pois ter um salário a mais por ano significa poderes ficar afastado durante um certo tempo do trabalho, quer seja para férias, quer seja para usufruíres do dinheiro que ganhaste nos teus projectos.

Lucro

Este é talvez o ponto mais importante do cálculo do preço / hora de um freelancer, pois é aqui que o teu valor hora ganha força e cresce. Esse crescimento deve ser proporcional à tua experiência e competência. Quando comecei no freelancing usava a margem de 20% a qual agregava ao meu valor hora, e com o decorrer do tempo, logicamente ganhei mais experiência, e esse valor aumentou, e deverá ser assim até chegares ao ponto que a tua vida profissional fique confortável o bastante que possas escolher quais os projectos que queres trabalhar ou não.

Outro aspecto importante a considerar é que, em geral, deves preocupar-te em obteres novos clientes, actualizares os teus conhecimentos, upgrade ao teu equipamento / software, etc, o que por sua vez dá-te oportunidade de aumentares o teu rendimento, pois tal como disse acima, conforme a experiência e competência a tua percentagem de lucro deve aumentar. No entanto, há pessoas que não têm capacidade ou vontade para aproveitar essas vantagens e que, pelo contrário, acham mais conveniente um emprego fixo com menores rendimentos mas também com menores riscos.

Compreender o Teu Tempo

Compreender o teu tempo vai ajudar-te a saber quanto tempo (realista) precisas para terminar um projecto desde o seu início ao fim, e isto poderá levar a outra grande questão:

Cobrar por Projecto ou por Hora?

Cobrar por hora geralmente trás mais benefícios para o freelancer do que cobrar por um projecto. Pois se por exemplo levares 1000€ por um trabalho e depois cobrares 800€ por um trabalho semelhante poderá acontecer que o cliente que pagou 1000€ te peça satisfações no porquê da discrepância de preços, no entanto se cobrares por hora, está explícito o número de horas que vais precisar para executar um trabalho, deixando tudo claro para o cliente. No entanto, num projecto, o que faço é estimar o número de horas e dou o preço do projecto, uma vez que já sei quantas horas hei-de trabalhar.

Dica: prepara-te para trabalhares mais do que as horas por ti estipuladas e algumas sem remuneração. Os bons freelancers vão continuar a trabalhar até que o trabalho cumpra o nível de qualidade que o freelancer estipula para os seus trabalhos e que sabe que o seu cliente ficará satisfeito. Não recuses trabalho só porque atingiste o limite de horas estipuladas de trabalho! Os clientes vão sentir uma certa falta de profissionalismo.

Calcular o teu Preço / Hora

Tal como disse no ponto acima, antes que possas calcular quanto cobrar por projectos específicos precisas saber quanto vale o teu tempo, e esse é o teu preço hora.

A fórmula mais básica é (Salário + Extras + Lucro) / Número de horas por mês, isto dá-te o teu preço hora. Porém esta fórmula deve ser ajustada com base nas condições de mercado, mas para chegares a um ponto de partida precisas de saber quanto é o salário que queres ou precisas, e neste ponto já sabes quais são as tuas despesas, quanto de lucro queres e quantas horas de trabalho mensal estás disposto a trabalhar.

Assim sendo:

  1. Salário
    Salário é o que queres ganhar mensalmente, ou seja, sendo tu o teu próprio patrão, o que estás disposto a pagar a ti mesmo. Podes ter como referência valores que tenhas ganho em trabalhos anteriores ou o que poderias ganhar se estivesses a fazer o mesmo trabalho mas por conta de outrem, mais o que precisas para manter o estilo de vida que pretendes.
  2. ExtrasTal como falado acima, se achares que mereces extras, é aqui que os deves adicionar.
  3. LucroO lucro vai mais além do que tu pagas a ti mesmo. É dinheiro que sobra depois de tudo pago, e pode ser utilizado para investires no teu trabalho, como por exemplo em marketing.
  4. Horas de TrabalhoComo o nome indica, é o número de horas que irás trabalhar mensalmente, no entanto aqui é preciso também ter em conta as horas que não irás cobrar, como por exemplo, quando tiveres a trabalhar em marketing pessoal, ou se tiveres um blog pessoal, enquanto escreves artigos, pois também é uma forma de dares a conhecer o teu trabalho, logo também se pode considerar como “marketing pessoal”.
  5. Preço / Hora( 1 + 2 + 3 ) / 4 = 5

Exemplo

Chegou agora a hora de fazer contas.

Salário: 2700,00€

Extras: 2700,00€/11 (Subsídio de férias) + 2700,00€/11 (Décimo terceiro mês) + 132€ (6€ subsidio de alimentação * 22 dias de trabalho) = 622,90€

Lucro: 40% = 2700,00€ * 0,4 = 1080,00€

Horas de Trabalho: 8h / dia * 22 dias / mês = 176 horas de trabalho mensal

Preço / Hora: (2700,00€ + 622,90€ +  1080€) / 176h = 25€

Não te esqueças que tens de dividir por 11 pois não trabalhas 12 meses, e sim 11 meses, tendo em consideração que tiras 1 mês de férias.

E foi assim que cheguei ao meu valor por hora.

Ajustar o teu Preço / Hora

Depois de saberes qual o teu preço / hora para que consigas pagar as tuas contas, é hora de ver se é um preço realista. Consegues fazer isso fazendo algumas pesquisas, sabendo o que outros freelancers na mesma área estão a cobrar pelo mesmo trabalho. Pode também ser necessário calcular algumas taxas (por exemplo, taxa de variação) com base no teu preço / hora, para veres se estão de acordo com as condições do mercado na tua área e se vai de encontro aos teus potenciais clientes.

Se achares que precisas de baixar o teu preço / hora, então terás que cortar no salário, baixar a tua percentagem de lucro, ou aumentar o teu número de horas de trabalho mensal a fim de compensar o corte.

Recomendações Finais

  • No que diz respeito ao subsídio de férias e décimo terceiro mês, aconselho a lerem o artigo da Maria Proiete.
  • Pesquisa o que os outros freelancers da tua área de actuação estão a cobrar e o seu nível de experiência. Esses números geralmente variam consoante a região do país.
  • Após essa pesquisa, se fores novato recomendo que utilizes uma fórmula matemática bastante simples, o salário anual pretendido a dividir pelo número de horas que trabalharás durante um ano.
  • Aprende a controlar o teu tempo de trabalho, quer seja em papel ou electronicamente. Uma vez que tenhas estabelecido o teu preço / hora, estarás muito mais preparado para passar orçamentos para projectos para os teus clientes.
  • Podes sempre experimentar recursos online para cálculo do teu preço / hora, como por exemplo este.

Sugestão Final

Como sugestão final, ao definirem o vosso preço / hora, sejam REALISTAS! Estuda o mercado, e por favor não digam ao cliente que vão cobrar 50€ / hora com 3 anos de experiência. Quase que te garanto que ele não vai acabar por ser teu cliente. O teu objectivo é teres clientes de longo prazo, e não clientes isolados.

Espero que tenha sido útil. E vocês, qual é o vosso preço / hora? Têm um método diferente? Partilhem.

A Mediocridade Nunca Vence

Vivemos numa época de constante mudança. Mesmo os Freelancers de maior sucesso são obrigados a redefinir-se a fim de defenderem a sua posição no mercado. Se eles não o fizerem, serão apanhados desprevenidos e ultrapassados, por fim sairão do mercado, devido aos ambiciosos rivais.

Como se costuma dizer “Hoje líder de mercado, amanhã corres atrás do prejuízo, depois de amanhã estás condenado à insignificância.

A riqueza flui directamente da inovação e não da optimização… a riqueza não é adquirida através do aperfeiçoamento do conhecido.

É ingénuo da tua parte se simplesmente ficares sentado à espera que os clientes venham ter contido e acreditares que os teus concorrentes não estão a fazer nada para poder roubar a tua quota de mercado. Existem várias formas de poderes correr atrás de clientes, a Ana Martelo dá algumas dicas sobre isso.

Como sabem, vivemos numa era onde a concorrência é muito grande, pois além de competirmos com outros Freelancers, temos também que competir com inúmeras empresas pelos clientes, portanto perder clientes está fora de questão, como já abordei anteriormente.

Talvez ainda não tenhas percebido, mas em algum lugar, um dos teus concorrentes acabou de ter uma ideia brilhante que irá roubar uma parte da tua quota de mercado. Se tiveres sorte, vais te aperceber disso e no momento certo serás capaz de tomar as medidas adequadas para que isso não aconteça. Se não tiveres sorte, só te vais aperceber quando for tarde demais.

Então, se não tiveres constantemente a procurar novas ideias, inovar, vais ficar para trás!

Os freelancers só podem ter sucesso se forem capazes de pensar de forma diferente. O futuro pertence aos empreendedores, a quem não tem medo de assumir riscos. O futuro pertence àqueles que aproveitam a oportunidade para fazer exactamente isso.

Se estamos dispostos a assumir um risco, há teoricamente uma possibilidade de que podemos alcançar resultados diferentes, descobrir um nicho, criar um monopólio temporário e ganhar dinheiro.

O “normal” e a “média” são cada vez mais símbolos de mediocridade, não só um serviço medíocre mas também um freelancer medíocre. Basta vermos a generalidade das empresas e como são os seus gestores. É raro encontrar um bem-humorado, pois muitos deles são figuras tristes que vestem-se de forma idêntica a tantos outros, sem vontade de serem diferentes, de inovar.

E qual é o resultado? Quem tem a mesma abordagem e pensa exactamente da mesma maneira, irá forçosamente criar soluções idênticas. E os clientes? Eles punem a conformidade e a uniformidade dos serviços com a mais dura punição possível, simplesmente vão procurar o preço mais baixo.

Lembrem-se “para serem bem sucedidos, têm que ser diferentes.

9 Passos para perder um Cliente

A Ana Martelo, no seu site serfreelancer, abordou um artigo muito interessante, onde fala de 9 Passos para perder um Cliente. Apesar de ter uma perspectiva um pouco diferente, concordo com o que a Ana disse, e é com base nesse artigo que escrevo o artigo de hoje.

A razão de ser de qualquer freelancer é trabalhar para os clientes, satisfazer as suas necessidades, superar as suas expectativas e desenvolver relações a longo prazo. Quando satisfeitos os clientes são fiéis, além disso, também podem trazer-vos mais clientes.

Se um cliente reclama, há que tentar identificar as razões que o levaram a reclamar e aproveitar essa oportunidade para deixa-lo ainda mais satisfeito, pois, e ao contrário do que dizem, o cliente nem sempre tem razão.

Conhecer o cliente, saber o que o que ele espera/quer, perceber o que ele gosta e o que não gosta, além de trata-lo como alguém que faz parte do teu dia-a-dia, por si só, já fará uma grande diferença.

Porém, neste artigo vamos abordar algumas causas mais comuns que levam os clientes a abandonar o Freelancer e procurar outro.

1 – Não Entregar Trabalho de Qualidade

Os clientes têm sempre uma certa expectativa em termos de qualidade do trabalho. A garantia de qualidade dos serviços prestados é o principal pilar de qualquer negócio. Seja qual for o negócio, a qualidade é o aspecto mais importante, que afecta directamente o nível de sucesso de quem o presta. O reconhecimento dos teus serviços irá crescer, se e só se forneceres serviços com qualidade, e como diz a Ana: “Não fazer jus às expectativas de qualidade de um cliente pode levar a uma rotura nos negócios, feedback negativo para outros possíveis clientes, e até mesmo a perda de um cliente antes de um projecto estar concluído.

2 – Não Perceber o que o Cliente Precisa

Não chega só saberes porque razão o cliente te deve contratar – o cliente é que precisa de saber o porquê de te contratar. É complicado encontrar clientes que não precisam ser educados sobre o porquê das escolhas que fazem ao te contratar. As mais-valias que o teu serviço dá ao cliente devem ser suficientes  para que os mesmos decidam contratar-te.

Os freelancers mais bem sucedidos são aqueles que percebem claramente as necessidades do seu cliente e as conseguem satisfazer. Os freelancers têm de perceber que o seu bem mais valioso é a sua lista de clientes e certificarem-se que mantêm uma relação boa e duradoura com eles. Quando as necessidades dos clientes são compreendidas, podes desempenhar bem o teu trabalho, de tal forma que os clientes ficarão satisfeitos pois conseguiram exactamente o que precisavam.

Podes entender melhor as necessidades do teu cliente, interagindo com ele, proporcionando-lhes a oportunidade de dar sugestões. Conhecer e compreender o cliente e o seu negócio, é sempre uma mais-valia para que se consiga perceber melhor o que o cliente necessita.

A maioria dos freelancers não toma isto em consideração e é por isso que depois crio artigos como este ou mesmo este.

3 – Prometer e não cumprir

Fazer promessas aos clientes que não podes manter ou cumprir, vai fazer o cliente procurar outro Freelancer. Se está sem tempo, se não tem capacidades, se necessita de ajuda ou mais tempo, explique isso ao seu cliente. É importante que se prometeres algo que o cumpras, uma vez que isso ajuda-te a seres mais competitivo e produtivo. No entanto, é imprescindível teres a plena noção de que acima de tudo consegues cumprir essa promessa.

Se não tens tempo, ou não consegues de alguma forma fazer o que o cliente precisa, deves dizer que não, podes ler mais sobre isso no artigo que criei “Quando o Trabalho é Demais“.

Será muito melhor do que prometeres algo e não cumprires, além do projecto ficar a meio, será a tua imagem que fica manchada.

Ler um pouco mais sobre reputação online.

4 – Não cumprir prazos

Como falámos acima, a tua reputação, pode-se resumir em duas coisas: Cumprir Prazos e Qualidade do teu trabalho. É raro o projecto que não tenha qualquer tipo de prazo e, eles existem por uma razão.

Quando os clientes precisam de algo para uma determinada data, há uma razão de ser, não é apenas porque ao cliente lhe apetece dizer aquela data, por isso evita não cumprir os prazos estabelecidos.

Assim sendo, se queres ser levado a sério pelos teus clientes do passado, presente e futuro, tens que levar a sério os prazos e respeitá-los, pois ao respeitar os prazos, significa que estás a respeitar o tempo do teu cliente e também o teu próprio tempo, e embora algumas pessoas defendam a teoria que os prazos diminuem a criatividade bem como a produtividade, eles ajudam-te a focar para o trabalho que tens em mãos, especialmente quando já tens uma carteira de clientes e tens alguns projectos para gerir.

5 – Não dar Importância ao Planeamento

Iniciar um projecto sem um bom planeamento é um óptimo indicador de que não estás a fazer o teu trabalho de forma correcta, nem a ser o melhor para o teu cliente. Planear é trabalhar.

  • Conhecer o cliente, o seu negócio e os seus clientes é uma parte essencial do processo de trabalho.

Podes facilmente “ganhar” 2 horas extras por dia para fazeres coisas, se a cada manhã perderes 10 minutos a preparar o teu dia!

  • Apenas é necessário 10 a 20 minutos para que possas planear o teu dia, mas esse tempo “perdido” vai fazer-te poupar pelo menos 2 horas (100 a 120 minutos) em tempo perdido e esforço desperdiçado durante o dia.

    Brian Tracy

Ao definires objectivos, quer se trate de uma lista de tarefas diárias ou um plano de 5 anos, podes também definir prazos para esses objectivos. Um plano de acção geralmente nunca falha no que toca a ajudar a pessoa a alcançar o sucesso. Basta seguir o plano! É como se fosse um mapa do caminho para o teu sucesso ou em menor escala, o cumprimento dos prazos de forma consistente a cada dia.

6 – Não Encarar o Trabalho com Profissionalismo

Os clientes esperam ter uma relação profissional com o seu freelancer, se o teu objectivo é manter os teus clientes satisfeitos com o trabalho que fazes para eles, obrigatoriamente tens de demonstrar profissionalismo no teu trabalho.

Profissionalismo, ética de trabalho e empenho são as chaves para que possas trabalhar de forma consciente. A Internet tornou possível a um inúmero de pessoas que odeiam o falso profissionalismo do mundo real fazer o seu trabalho a partir de casa, seja de forma remota seja como freelancer. Uma das melhores coisas de se trabalhar em casa, é não precisar de ser fingido e superficial. A tendência que vejo, e alguns com resultado, é que cada vez mais e mais, fazem negócios com má fé . Esta tendência está a espalhar-se rapidamente pela Internet.

7 – Não estar contactável

Serviço ao cliente é uma parte integrante do nosso trabalho e não deve ser visto como uma extensão do mesmo, por isso mesmo é também uma grande preocupação para os clientes, pois a falta de resposta, muitas vezes, levam os clientes a procurar um novo freelancer.  Quando consegues satisfizer os teus clientes, eles não só te ajudarão a crescer, como também continuarão a fazer negócios contigo, e ainda te recomendam para amigos e associados.

O serviço ao cliente pode ser entendido como:

  • Todas as actividades necessárias para aceitar, processar, enviar e facturar os pedidos dos clientes, controlar qualquer actividade que possa sair mal e assegurar-se que o cliente está satisfeito. O objectivo do serviço ao cliente é o de CRIAR VALOR para o cliente.

E como a Ana diz e bem, “isso aplica-se ao período inicial do projecto, bem como os aos contactos posteriores de manutenção, suporte e ajuda“.

Porém, tens que tem em atenção que não deves estar disponível toda a semana, este é um erro comummente cometido pelos freelancer no seu início de carreira, que tentam estar toda a semana disponível para o cliente.

Embora seja da opinião que por seres um freelancer deves ser flexível nos teus horários de trabalho e com os teus clientes, deves sempre garantir que os teus clientes tenham noção de que não estás contactável toda a semana, e tens reservado para ti pelo menos 1 dia por semana, a não ser claro que seja uma emergência.

Portanto, se educares os teus clientes que, por exemplo, ao fim de semana não estás contactável (podes trabalhar noutros sentidos e leres os e-mails, não convém é responderes antes de segunda-feira), os clientes tendem a ser muito mais obsequioso quando dizes que não estarás contactável por uma semana, quando fores de férias.

8 – Não Mostrar o Verdadeiro Valor dos teus Serviços

Muitos clientes mais cedo ou mais tarde vão parar para avaliarem os teus serviços, para determinar se vale a pena o custo deles. O mais certo é que comparem os teus valores com os de outros freelancers, e se não mostrares o porquê de o cliente pagar 1000€ em vez de 100€ (como é óbvio, valores aleatórios), o cliente vai optar por pagar 100€, afinal quem é que gosta de pagar mais? É tarefa do freelancer mostrar ao cliente que não o está a enganar nem a ser fraudulento, pois o preço é diferente por incluir outras adendas, por exemplo manutenção por algum tempo.

A maioria dos clientes não entendem tudo o que está envolvido com o trabalho que estás a oferecer, e se  baixares o valor simplesmente por isso, eles nunca vão perceber o valor certo das coisas.

Nos próximos dias irei falar um pouco sobre esse aspecto, pois a melhor forma de contornarmos essas dúvidas, é elaborar um bom orçamento.

9 – Não Responder às suas Perguntas

Os clientes frequentemente têm dúvidas sobre o processo/progresso do projecto, ou por terem dúvidas, ou porque simplesmente gostam de perguntar para saber o estado da situação. Se não reservares uma parte do teu tempo para responder às perguntas dos teus clientes, podes vir a notar uma quebra de confiança por parte do cliente e no que estás a fazer no seu projecto.

Isto é essencial, pois ajuda a mostrar aos clientes o valor teu valor e quão te preocupas com o relacionamento que manténs com o teu cliente, além que ajuda a mostrar que sabes o que estás a fazer e que o cliente está em boas mãos com o teu trabalho.


Em jeito de conclusão, o meu conselho passa por colocares-te sempre no lugar do cliente, assumindo o problema como se fosse teu.

Já dizia Gandhi:

  • Um freguês é a visita mais importante da nossa casa.
    Ele não depende de nós. Nós é que dependemos dele.
    Ele não é uma interrupção do nosso trabalho, é o objectivo dele.
    Não estamos a fazer nenhum favor em servi-lo.
    Ele é que nos faz um favor ao dar-nos essa oportunidade.

E tu, quais as situações que já passaste? Deixa  a tua opinião!

Missão, Visão, Valores e Objectivos

Numa das cadeiras que tive, Gestão Estratégica, aprendemos diversas técnicas de gestão e avaliação para ajudar empresas na tomada de decisões estratégicas de alto nível. Porém, o mesmo se aplica quando se é um freelancer.

É importante a qualquer freelancer, estabelecer desde logo como será a sua presença no mercado, como tal, há que definir certos conceitos.

Qualquer organização seja publica ou privada, seja grande ou pequena, necessita compreender a sua missão no mercado e a partir disso estabelecer a sua visão para dentro dos seus padrões. É importantíssimo respeitar as suas características, pois assim poderá encontrar soluções que ajudam a desenvolver e reforçar a sua qualidade organizacional e a dos seus produtos. Os produtos e serviços são os caminhos pelo qual a organização leva para a sociedade a sua missão e a visão orienta o processo de criação deste caminho, estimulando o rompimento com a situação actual e o estado futuro desejado.

Ainda há quem defenda que:

É de fundamental importância monitorar e compreender as necessidades de mudanças comportamental da sociedade. Da mesma forma é necessário que a missão seja respeitada e que a pressão emocional pertinente às visões desafiadoras seja suportada.

Assim, no artigo de hoje vou falar sobre a missão, visão, valores e objectivos.

Missão

A missão de uma organização deve revelar a sua identidade e personalidade. Para isso deve mostrar a razão da sua existência, definindo o seu negócio e apresentando de uma forma clara e simples os seus objectivos gerais e as linhas orientadoras para o seu desenvolvimento futuro.

Os freelancers que têm uma missão bem definida têm mais probabilidades de atingir os seus objectivos de uma forma mais consistente e sustentada do que aqueles que a não têm. Mas a sua existência, só por si, não surte
qualquer efeito.

A missão só servirá de fio condutor do esforço e da acção de cada elemento que a compõe quando é comunicada com eficácia, quando é entendida por todos e a partir do momento em que é interiorizada por todos.

Uma missão deve incitar à acção que conduz à realização de um objectivo estratégico comum que só será atingido quando todos na empresa, se sentem incentivados a lutar por atingi-lo.

Aqui fica a minha:

Prestar serviços de tecnologias convencionais e avançadas com qualidade, contribuindo para o aumento da competitividade dos meus clientes, em harmonia com os interesses dos sócios e as demais partes interessadas, de forma sustentável para o bem-estar da comunidade onde estiver inserida.

Objectivos

Determinada a missão, o freelancer precisa de designar um conjunto de objectivos que lhe confira um caminho de orientação para as suas decisões, no sentido que progrida na direcção estabelecida pela missão.

Os objectivos explicam o que o freelancer deseja alcançar com a sua actividade, com um carácter temporal. Estes são essenciais na gestão estratégica, na medida em que esclarecem onde se quer chegar e como avaliar se a organização o está a conseguir.

Aqui ficam os meus:

  • Ser um profissional para prestação de serviços vocacionados a prover soluções de software para aplicações em tecnologia de automação e tecnologia de informação;
  • Contar com o meu dinamismo, conhecimentos e qualificação, a fim de estabelecer parcerias saudáveis com os meus clientes através de uma relação em que todas as partes sejam beneficiadas;
  • Analisar quem são os meus clientes e quais são as suas necessidades, sempre preocupando-me em atender a todas as suas expectativas visando uma posição de destaque no sector em que actuo.

Valores

Valores são princípios, ou crenças, que servem de guia, ou critério, para os comportamentos, atitudes e decisões de todas e quaisquer pessoas, quer no exercício das suas responsabilidades, quer na conquista dos seus objectivos com fim a executar a Missão na direção da Visão.

Aqui ficam os meus objectivos:

  • Comprometimento: acredito no profissionalismo, na motivação e no reconhecimento para a garantia dos melhores resultados;
  • Inovação: reconheço que a inovação e a actualização tecnológica são elementos indispensáveis para agregar valor ao negócio do cliente e atingir os meus objectivos;
  • Integridade: sou comprometido com relações éticas, transparente e coerente com os meus valores e princípios assumidos;
  • Competência: assumo uma conduta que reflecte os mais altos padrões profissionais, pois incentivo a educação e a aprendizagem contínua.

Visão

A visão refere-se aos objectivos de mais longo prazo e mais gerais e descreve as aspirações para o futuro sem especificar os meios para as alcançar.

As visões com mais efeito são aquelas que criam inspiração e esta inspiração é normalmente querer mais, maior e melhor. Isso pode ser por exemplo prestar o melhor serviço ou desenvolver o produto mais resistente, e deve ser sempre inspirativo.

Aqui fica a minha visão:

Ser um profissional que, através da prestação de serviços de alta qualidade, possa agregar valor para os ramos de negócios dos clientes, procurando assim ser reconhecido no mercado em que actuo.

Com recurso a: Estratégia nas Organizações

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