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Confissões Excêntricas de um Programador

Escrito por:

excentrico   Confissões Excêntricas de um ProgramadorAndo um pouco aborrecido, então achei por bem fazer um post sobre algumas confissões relacionadas com a Web:

  1. Por muito que goste do Firefox (que a última versão só me tem dado problemas), cada vez mais começo a gostar do Safari.
  2. Rio-me quando vejo programadores dos Frameworks Javascript a discutirem — não acontece frequentemente.
  3. Não suporto quando outros programadores web dão demasiada importância sobre a validação de HTML e CSS.
  4. Se a sua resposta ao item 3 (acima) for: “É preciso respeitar as normas para que o site seja igual em todos os browsers”, tens razão, mas podes poupar esse comentário pois não é definitivamente o caso.
  5. Olho para algumas expressões regulares mais avançadas, como se estivessem escritas em chinês. Preciso de algum tempo para compreendê-las.
  6. Às vezes penso que desperdiço o meu tempo a programar em Javascript, uma vez que o mesmo pode ser desligado em menos de 10 segundos pelo cliente e todo o trabalho foi em vão.
  7. Na minha opinião, qualquer programador web que se auto-denomine “webmaster”, deveria considerar bem esse título. Porque não “Capitão América”, “Homem Aranha”, ou relacionado com a Web “Capitão do Código”, “Homem do HTML”?
  8. Tenho mais domínios dos que alguma vez usei e estou sempre a pensar em comprar mais.
  9. Aos 22 anos, ainda não tenho a certeza se quero fazer disto a minha profissão futura.
  10. Visito várias vezes o meu blog para ver como “estão as coisas”.
  11. Acho que reclamar dos browsers que não fazem uso dos melhores recursos do CSS é inútil. O teu cliente ainda dá muita importância ao IE6 e IE7  então vais ter que fazer com que o site fique bem neles.
  12. Quando vejo sites a vandalizar o código Javascript ao obter a tag “<h1>”, enviá-la para um script em flash, o flash renderizar o título para uma fonte especial, assusto-me. É péssimo.

Esperem por mais no futuro. Estou sempre cheio de aborrecimentos, além disso, sente-te à vontade para partilhares as tuas confissões!

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Sobre o Autor

Carlos Gonçalves é um Freelancer com bastante experiência em linguagens de programação e webdesign. Vocacionado para as novas tecnologias, aposta na qualidade dos serviços, atendimento rápido e sempre disponível para melhor satisfazer os seus clientes. Autor do site cgoncalves.com

Comentários

  1. Scorch  26 Julho 2010

    Ao ler o teu ponto 12, pensei logo no site do GrandeC que usa um objecto flash só para um título e às vezes menos que isso. :P
    http://grandec.org/

    (responder)
    • Carlos Gonçalves  26 Julho 2010

      Por acaso não foi dele que me “inspirei” no ponto 12, mas pelo que vi é um exemplo tipo do que escrevi :S

      (responder)
  2. André  31 Julho 2010

    Pontos 3, 4 e 6: Até à bem pouco tempo, sempre me esforcei para que o website passasse em todas as validações, que ficasse tudo certo, mesmo que tivesse de retirar funcionalidades ao websites. “Escavava” o código todo nem que fosse para corrigir um erro

    Mas hoje penso: a web evoluiu, há um mercado ambicioso, há novas técnicas. Por exemplo, o javascript: pode ser desligado, mas hoje em dia, um browser comum que não o suporte, nem deve ser considerado. Tudo usa Javascript: Google, RIA’s, etc. O javascript permite que os utilizadores tenham acesso a uma experiência web mais rica, logo quem não quer (porque na maioria dos casos é questão de querer, já falarei de outros) usar javascript, não pode ter acesso a essa experiência, porque não possui as condições necessárias.

    Por outro lado, devemos oferecer um mínimo de funcionalidades para que o website possa ser minimamente útil: por exemplo, para utilizadores invisuais apenas interessa o conteúdo de texto da página, e não imagens. As técnicas utilizadas não devem impedir o utilizador de aceder a esta informação.

    Em suma, temos de evoluir e acompanhar as novas técnicas que nos são oferecidas, desde que o nosso website seja suficientemente flexível para garantir um funcionamento mínimo sem as mesmas. Mas se for impossível garantir um serviço mínimo, então nesse caso nada se pode fazer.

    (responder)
    • Carlos Gonçalves  31 Julho 2010

      Concordo contigo, e esta frase que disseste “As técnicas utilizadas não devem impedir o utilizador de aceder a esta informação.” diz tudo.

      Só uma observação, quando dizes que as imagens não interessa para os invisuais, em termos gráficos, por razões óbvias não interessa, mas se tiver um atributo alt adequado, o utilizador consegue identificar o que queremos transmitir com a imagem.

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  3. Rui Pinto  1 Agosto 2010

    Grande artigo! :)

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