Confissões Excêntricas de um Programador – Parte 4

A 29 de Agosto de 2010, categoria Confissões, Opiniões, Ideias e Dicas, por Carlos Gonçalves
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excentrico   Confissões Excêntricas de um Programador – Parte 4As minhas confissões têm tido bastante aderência da vossa parte. Se perdeste a última, podes vê-la aqui. Tenho gostado muito desta rubrica que tenho vindo a publicar, pois permite-me deitar tudo o que tenho cá para fora… tens que reagir e dizer-me o quão errado (ou certo, mas geralmente errado) estou. Vamos então a elas:

  1. Acho que o facto de ter cerca de 500 subscritores ao meu RSS Feed, sendo eu fã do MooTools é muito bom. Aposto que se falasse mais sobre jQuery esse número seria bem mais que o dobro.
  2. Os meus pais embaraçam-me ao utilizar ao Internet Explorer, apesar dos meus protestos.
  3. Acho que muitos Programadores de JavaScript utilizam a “comunidade”, como uma mais-valia ao escolher o seu framework. Não me interpretem mal, a comunidade é muito importante, no entanto, por experiência própria, aprender pelo IRC, tende a ser mais proveitoso, pois terás mais atenção e as tuas questões são respondidas mais rapidamente. Se não sabes como escolher o teu framework, podes sempre consultar o meu artigo.
  4. Acho que a relação entre os fornecedores dos browsers e os programadores web está trocada. As equipas por detrás do IE, FireFox, Safari e Opera deveriam falar com os gurus do CSS e do JavaScript e perguntar:” O que é que estamos a fazer mal?”, “O que é que pode melhorar?”. Actualmente é como se os fornecedores dos browsers e os programadores web fossem inimigos. Isso tem de mudar.
  5. Espero um dia poder trabalhar na comunidade evangelista da Mozilla. Acho que seria excelente e seria um prazer ir trabalhar todos os dia. Actualmente só preciso de continuar a trabalhar arduamente e de melhorar os meus conhecimentos.
  6. Acho que às vezes exagero no uso do MooTools, quando por vezes um simples código JavaScript resolveria as coisas.
  7. Estou a considerar ir ver alguns sites adultos para ver quais os Frameworks e técnicas JavaScript utilizam. Porém estou recoso quanto à reacção ao citar esses sites num artigo. Provavelmente vou deixar passar para evitar um debate moral.
  8. Eu odeio quando adicionam um evento click a um elemento mas o ponteiro do rato não está atribuído a esse elemento.
  9. Eu não acredito em DIVitis. Se uma página levar uma ou duas DIVs adicionais, não me importa, mas se vejo criarem “tabelas virtuais” utilizando DIVs porque “tabelas não prestam”, passo-me.
  10. Estou a pensar voltar com a minha Rubrica de Questionários, o que acham?
  11. Vou daqui a poucas horas usufruir das minhas tão merecidas férias. Volto dentro de uma semana.

Opiniões?


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As 7 Regras do Web Design

A 17 de Agosto de 2010, categoria Opiniões, Ideias e Dicas, por Carlos Gonçalves
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Apesar de não me considerar nenhum expert em Web Design, facilmente consigo identificar 7 Regras Básicas que regem o Web Design, e que se as seguirem certamente vos ajudarão a tornarem-se melhores profissionais:

1 – Só Porque Podes, Não Significa Que Devas

A Tecnologia Web oferece muitas opções e ferramentas para criação de sites, no entanto, só porque a tecnologia existe, não significa que um designer deve utilizar a tecnologia apenas por uma questão de usá-la. Muitas vezes, utilizar essa tecnologia pode prejudicar o desempenho de um site ou irritar os utilizadores obrigando-os a sair do site. Um exemplo disto é utilizar Flash para animar um logótipo, pois embora a empresa possa querer mostrar o seu novo logótipo, o utilizador o mais provável é não querer vê-lo cada vez que mudar/carregar a página. Ao utilizar uma nova tecnologia, a questão mais importante que um Web Designer deve fazer é: “Será que a tecnologia utilizada irá acrescentar valor ao site ou está a ser adicionada por ser novidade/utilizada?”

2 – Quase Sempre Há uma Excepção

A raridade é absoluta em Web design. Um designer deve ter o cuidado ao excluir uma tecnologia ou método de projecto apenas pelo simples facto que não funcionou noutro projecto. Tomemos, por exemplo o exemplo acima, o logótipo em flash. Embora possa não ser a melhor opção em 99% dos outros sites, numa empresa que está a fazer um rebranding a nível global, onde está a gastar muito dinheiro, pode querer utilizar a animação para mostrar o seu novo logótipo por um mês ou dois. Pode ainda optar por mostrar a animação na página inicial, o que provavelmente é a melhor abordagem para mostrar a nova imagem, sem forçá-lo frequentemente ao utilizador.

3 – Os Utilizadores Têm a Decisão Final

Opiniões nunca faltam quando se está num processo de design. Enquanto um designer experiente pode pensar que um site deve funcionar, ou aparecer de uma determinada forma, o cliente pode pensar de forma diferente. Se fizéssemos uma pirâmide de prioridade, os utilizadores estariam na linha de fundo, na base, pois o site precisa fazer sentido para eles, assim sendo, o site deve ser concebido a pensar neles.

4 – Cruzar Experiências é Importante

Cruzar experiências é algo que um designer deve sempre esforçar-se para fazer. Um Web Designer tem que entender as necessidades do utilizador, independentemente da forma como o designer pessoalmente ache que esteticamente e em termos técnicos fique melhor. Seja qual for o problema, um designer beneficia de uma compreensão abrangente dos múltiplos aspectos técnicos do projecto do site. Um exemplo perfeito disto são os formulários. Embora seja importante fazer com quem um formulário seja de fácil compreensão e atractivo, o designer deve ter também em mente as considerações de ordem técnica.

5 – Humildade é a Melhor Abordagem

Devido ao facto de existirem inúmeros aspectos no que diz respeito ao Web Design, haverá sempre designers com sites mais atraentes, nova tecnologia, ou que usam a mesma tecnologia mas de uma forma mais criativa. Se um designer não deixar que o orgulho fale mais alto, aprender com os outros designers poderá reforçar as suas habilidades.

6 – É Impossível Agradar a Todos

Como já diz o velho ditado “É impossível agradar a Gregos e Troianos”. O número estimado de pessoas que utilizam a internet em todo o mundo é de 1.674.271.100 (fonte), ou seja, aproximadamente 1,7 biliões, um projecto nunca vai fazer todo o mundo feliz. Todos têm uma opinião, no entanto, existe uma linha muito fina entre fazer a maioria feliz e tentar criar um site que vai ser realmente eficaz em se comunicar. O designer, por vezes, deve assumir uma posição de manter certos aspectos funcionais e estéticos de um projecto.

7 – Estar Sempre Actualizado Quanto às Especificações e Normas

O uso das normas permitem que cada página construiria seja compatível com vários browsers. Qualquer pessoa que trabalhe pelo menos 15 minutos em Web Development sabe o quão demorado e complicado é programar para diferentes browsers. As normas tendem a ajudar-nos neste aspecto.
Porém, as especificações e normas web estão em constante mudança e continuarão a estar. Os designers devem ter conhecimentos das últimas técnicas que afectarão o futuro.

Algumas destas regras aplicam-se não só ao Web Design como a outros ramos, é só adaptar ao caso.

E vocês o que acham? Concordam com estas regras? Acham que há mais? Partilhem.


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Confissões Excêntricas de um Programador

A 25 de Julho de 2010, categoria Confissões, Opiniões, Ideias e Dicas, por Carlos Gonçalves
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excentrico   Confissões Excêntricas de um ProgramadorAndo um pouco aborrecido, então achei por bem fazer um post sobre algumas confissões relacionadas com a Web:

  1. Por muito que goste do Firefox (que a última versão só me tem dado problemas), cada vez mais começo a gostar do Safari.
  2. Rio-me quando vejo programadores dos Frameworks Javascript a discutirem — não acontece frequentemente.
  3. Não suporto quando outros programadores web dão demasiada importância sobre a validação de HTML e CSS.
  4. Se a sua resposta ao item 3 (acima) for: “É preciso respeitar as normas para que o site seja igual em todos os browsers”, tens razão, mas podes poupar esse comentário pois não é definitivamente o caso.
  5. Olho para algumas expressões regulares mais avançadas, como se estivessem escritas em chinês. Preciso de algum tempo para compreendê-las.
  6. Às vezes penso que desperdiço o meu tempo a programar em Javascript, uma vez que o mesmo pode ser desligado em menos de 10 segundos pelo cliente e todo o trabalho foi em vão.
  7. Na minha opinião, qualquer programador web que se auto-denomine “webmaster”, deveria considerar bem esse título. Porque não “Capitão América”, “Homem Aranha”, ou relacionado com a Web “Capitão do Código”, “Homem do HTML”?
  8. Tenho mais domínios dos que alguma vez usei e estou sempre a pensar em comprar mais.
  9. Aos 22 anos, ainda não tenho a certeza se quero fazer disto a minha profissão futura.
  10. Visito várias vezes o meu blog para ver como “estão as coisas”.
  11. Acho que reclamar dos browsers que não fazem uso dos melhores recursos do CSS é inútil. O teu cliente ainda dá muita importância ao IE6 e IE7  então vais ter que fazer com que o site fique bem neles.
  12. Quando vejo sites a vandalizar o código Javascript ao obter a tag “<h1>”, enviá-la para um script em flash, o flash renderizar o título para uma fonte especial, assusto-me. É péssimo.

Esperem por mais no futuro. Estou sempre cheio de aborrecimentos, além disso, sente-te à vontade para partilhares as tuas confissões!


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