Grandes Perguntas, Pequenas Respostas

A 6 de Junho de 2010, categoria Opiniões, Ideias e Dicas, por Carlos Gonçalves
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Existem muitas grandes perguntas quando se trata de bibliotecas JavaScript, CSS, linguagens server-side, e filosofias de programação. Ao invés de escrever um testamento, decidi responder a algumas grandes perguntas com poucas palavras.

jQuery, Prototype ou MooTools?

Sempre em primeiro lugar MooTools, jQuery em segundo lugar— aprende ambos e serás duplamente melhor.

XHTML ou HTML?

Não me preocupa muito, mas prefiro o  XHTML.

Nova Janela?

Sempre que linkares para outro site ou abrires algo que não seja uma página interna do teu site (PDF, DOC, etc).

PHP, Python, Rails ou Java?

Qual é que tu dominas e qual serve melhor as necessidades do projecto?

Utilizar Framework CSS?

Não. CSS deve ser aprendido a partir do nível mais básico até à mestria.

Passivo ou Activo com o cliente?

Educa o cliente mas conhece esse limite — afinal de contas quem é que te paga?

RSS ou Atom?

Sempre tive menos problemas com o Atom.

Aprender: Rápido ou Bem?

Tu ou sabes ou não sabes — duro, mas pura verdade.

A “Maneira Correcta” ou a “Maneira Rápida”?

Depende do orçamento — SEMPRE!

Pixeis ou Ems?

Os tamanhos dos monitores não são muito diferentes, por isso utilizo os pixeis.

Usabilidade ou Funcionalidade?

Funcionalidade, sempre — Quão bem consegues ensinar?

Silêncio ou Distracção?

Música ou um Filme enquanto programo é um barulho necessário.

Programador Web ou Webmaster?

Preciso mesmo de responder a isso?

Poucas palavras muitas vezes significam muitos argumentos. O que achas sobre isto?


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[Questionário 2] – Questões

A 10 de Janeiro de 2010, categoria Opiniões, Ideias e Dicas, Quesionários, por Carlos Gonçalves
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Há quase um mês atrás, criei o primeiro questionário onde poderia colocar-me as vossas questões.

Questionário

Questionário


Hoje, quase um mês depois, volto a fazer o mesmo, porque tenho novamente recebido alguns e-mails com perguntas sobre temas desde MooTools, PHP, CSS, entre outros.

Por essa razão, decidi optar por criar estes “Questionários”, sendo este o segundo.
Vamos ver que tipo de questões são colocadas desta vez, e não se esqueçam de ler o questionário anterior.
Coloquem as questões num comentário.
Irei compilar as melhores, ou as que achar mais interessante e irei responde-las num post, sensivelmente dentro de uma semana.


Muito FracoFracoRazoávelBomMuito Bom (1 votos, média: 4,00 num total de 5)
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Como explicar que não existem almoços grátis?

A 2 de Janeiro de 2010, categoria Freelancer, Opiniões, Ideias e Dicas, por Carlos Gonçalves
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Li um artigo no CarreiraSolo do Henrique Arake, bastante interessante por sinal, que nos faz ver e perceber, que enquanto trabalhadores Freelancers, temos que cobrar por pequenas coisas, como diz no título “Como explicar que não existe almoços grátis?“.

Se analisarmos um pouco o artigo podemos rever-nos muitas vezes nele, apesar de que o foco é para a advocacia, se mudarmos o termo serve perfeitamente, pelo menos eu revi-me em alguns aspectos, se não vejamos.

Recentemente, um colega de um colega me pediu uma “ajuda” com um assunto. Um assunto simples, trivial, que CERTAMENTE eu saberia responder de pronto. E, surpresa das surpresas, não era tão simples assim. Demandaria, pelo menos… PELO MENOS a leitura de alguns documentos e um pouquinho mais de investigação, mas que se ele pudesse marcar uma reunião mais tarde…

Quantas vezes não fui contactado para ajudar numa “pequena coisinha”, numa dúvida num projecto, ou mesmo numa sequência de funções? Digo-vos, inúmeras vezes. Às vezes respondo, outras nem por isso, pois a maioria das vezes é por preguiça de quem pergunta.
Existem inúmeras comunidades de ajuda, nomeadamente o P@P, onde a dúvida irá ter mais atenção se for postada na secção correcta do fórum, do que num email!
Sem contar que, a partilha de conhecimentos é algo fundamental, pode existir mais pessoas com a mesma dúvida, e se todos seguíssemos a mesma filosofia, não haveria informação disponível.
Depois, se vemos que é algo mais complexo, e dizemos, vamos falar um pouco melhor, para percebermos melhor a dúvida, geralmente a resposta é:

“Oh! É mesmo? Ah, então deixa né? Outra hora, então!” E eu quase que podia ouvir: “peço uma ajuda simples e esse ganancioso sem-vergonha já quer lucrar às minhas custas”

Sounds familiar?

Deixa eu contar uma novidade para vocês (particularmente aos advogados, médicos, arquitetos, publicitários, designers, dentistas, veterinários, etc.)… vocês estudaram pra C@#$%#@ pra se formar, adquirir conhecimento e expertise e, se são profissionais liberais, VIVEM disso!

Pois é meus amigos, o conhecimento tem custos, é o acto de adquirir informações e saber trabalha-las, “uma informação sozinha não é conhecimento, é apenas um dado sem razão ou sem fundamento e sem nenhum objectivo“.
E hoje em dia, o conhecimento tornou-se numa ferramenta que marca a diferença na nossa área.

Outra coisa, se a pergunta foi feita para você, é porque a resposta não é óbvia! Significa que o Google e a Wikipedia não foram suficientes! E se ela não é óbvia, significa que VOCÊ também não achará a resposta no Google e na Wikipedia (eu sei que vocês também fazem isso ;) )! Então, camarada, você tem duas opções:

1 – Responder com a primeira coisa que te vier à cabeça! Afinal, você é um profissional, conhece do assunto e, mesmo que não tenha TANTA certeza sobre o conselho que está dando, ora essa, ele jamais saberá, certo?

Como diz o Henrique, “ERRADO! O que acontecerá é que ele tentará implementar sua solução, provavelmente dará errado, e seu filme estará queimado para sempre!“.

2 – Explicar que a solução não é tão simples quanto parece e marcar uma reunião PROFISSIONAL para resolver o assunto.

Assim você terá tempo para investigar o assunto com profundidade, descobrirá que ele NÃO TE CONTOU TODOS OS DADOS NECESSÁRIOS ali na mesa do boteco. “O que? O cliente esconde informações que ELE julga não serem importantes?”

Infelizmente isso acontece com frequência.
Porém ao tomarmos essa atitude, não só estamos a ser correctos, profissionais, como estamos a salvaguardar-nos, pois se o “colega do colega” for financeiramente cauteloso e não quiser pagar pelos próprios problemas, então esse problema não é assim tão importante, e nós acabamos por não perdermos tempo, com algo que poderíamos aproveitar para aprofundar o nosso conhecimento ou mesmo a trabalhar.

Porém, o maior problema prende-se quando nós próprios esquecemos-nos da importância e do custo, seja ele monetário ou em termos temporais, do nosso conhecimento.

Faz um favor a toda a comunidade Freelancer, COBRA PELOS TEUS SERVIÇOS!


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